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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Antarctica leva "A Boa da Diretoria" para o Rio de Janeiro

Novidade conta com campanha que traz a assinatura "Boa é Antarctica. A cerveja da Diretoria". Centro-oeste e nordeste também terão ação

São Paulo - A Antarctica terá um novo posicionamento no mercado carioca. A partir do dia 22 de julho, a marca passará a ser a cerveja da Diretoria no Rio de Janeiro, aproveitando o comportamento peculiar dos consumidores de Antarctica e um jargão conhecido do carioca. Comerciais divulgando o novo posicionamento começam a ser veiculados esta semana no Rio de Janeiro.

Além disso, a cerveja da Diretoria será apresentada aos consumidores com peças publicitárias que vão traduzir aprendizados de pesquisas realizadas pela marca. Toda a comunicação é assinada pela AlmapBBDO.

Pesquisas desenvolvidas com os consumidores de Antarctica Pilsen mostraram que eles valorizam relações pessoais estáveis baseadas em confiança e reciprocidade, gostam de saborear a bebida com a família e os amigos de longa data, tanto em bares como em outras ocasiões. "Quem bebe cerveja Antarctica sabe o que é bom na vida, reconhece uma boa cerveja e valoriza suas origens, a família e o vínculo com as pessoas mais próximas, como os amigos de infância e os vizinhos, por exemplo. O objetivo da nova campanha é reconhecer o relacionamento deste consumidor com seus amigos próximos, que são a sua Diretoria", explica Thiago Zanettini, gerente de marketing de Antarctica.

Com a assinatura "Boa é Antarctica. A cerveja da Diretoria", a marca líder no Rio de Janeiro quer valorizar e fortalecer o vínculo com seu consumidor. Segundo dados do Nielsen, a Antarctica detém 30% de share no mercado carioca. A mudança apresentada agora é a primeira de conceito desde que a marca estreou em 2006 o slogan "BOA só se for Antarctica".

O filme Privilégios, que lança o novo conceito, estreia no Rio de Janeiro e traz o humorista Sérgio Loroza apresentando a Diretoria. Ele explica que ela é formada por uma turma gente boa e que sabe aproveitar o melhor do bar. A câmera mostra, então, os Diretores em uma mesa escolhida estrategicamente próxima a uma escada e de onde é possível perceber a mulher que está subindo. Loroza continua, em off, narrando que a Diretoria também sabe onde fica a mesa mais refrescante. O plano se abre e vê-se que estão ao lado de uma geladeira de Antarctica e sempre que o garçom pega uma cerveja da marca, a Diretoria recebe o ventinho refrescante da geladeira. A Diretoria também sabe qual o garçom que abre a cerveja mais rápido, neste momento surge o joelho, apelido do garçom, com seu abridor turbinado, abrindo uma fileira de Antarcticas. Loroza então encerra: "Diretoria é isso: amigos em torno de uma boa gelada". O filme termina com a assinatura "Boa é Antarctica. A cerveja da Diretoria". O comercial 'Privilégios' também será veiculado na região centro-oeste.

Já nos mercados do Nordeste, a Antarctica veiculará o filme Bar, que mostra uma mesa de bar animada, enquanto o locutor, em off, explica que a diretoria é o mais alto escalão do bar e ela só discute assuntos sérios. Neste momento, um dos diretores solta uma piada sobre o cabelo do amigo e outro fala do apelido de um companheiro que chega. Neste momento, um dos integrantes da mesa pede a Antarctica que está no fundo da geladeira, trincando. Quando a cerveja é servida, o locutor completa: "Diretoria é isso: reunião de gente boa em torno de uma Antarctica". A assinatura é "Boa é Antarctica. A cerveja da diretoria".

Em um segundo momento, a campanha se desdobrará para a mídia impressa, rádio e web, além de ações especiais e diferenciadas. Novos comerciais também serão produzidos durante os próximos meses. A criação da campanha é de Andre Kassu, Renato Simões, Bruno Prosperi e Marcos Medeiros, com direção de criação de Marcello Serpa, Dulcídio Caldeira e Luiz Sanches. A direção dos filmes é de Clovis Mello, da Cine.


Governadores terão R$ 1,46 bi para campanhas

Geraldo Alckmin, em São Paulo, planeja gastar R$ 58 milhões


São Paulo - Os partidos políticos já encaminharam ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a estimativa dos valores que serão gastos nas campanhas à presidência, governadores, senadores, deputados (federais e estaduais). As estratégias dos 27 candidatos a governador, incluindo o Distrito Federal, vão exigir dotação financeira de R$ 1,46 bilhão.

A campanha de Geraldo Alckmin (PSDB/SP) é a que tem o maior empenho: R$ 58 milhões. O rival Paulo Skaf (PSB/SP), que não poderá exceder sem justificativa aos R$ 50 milhões declarados, é a segunda com maior volume de recursos. Depois aparece Ana Júlia Carepa (PT/PA), com R$ 47 milhões, que disputa a reeeleição no Pará, um crescimento de 370% sobre a campanha de 2006. Com R$ 46 milhões, aparece em 4º lugar Aloizio Mercadante (PT/SP), canditado ao governo paulista após oito anos como senador.

O TSE já recebera na primeira semana deste mês os valores das campanhas à presidência. José Serra (PSDB/SP) declarou que tem intenção de investir R$ 180 milhões. Dilma Rouseff (PT/RS) estimou gastos de R$ 157 milhões. Marina Silva (PV/AC) planeja um mínimo de R$ 90 milhões. Os partidos nanicos declararam um total de R$ 37 milhões, o maior deles do PSDC (Partido Social Democrata Cristão) com R$ 25 milhões.

O conjunto de investimentos em comunicação nas eleições 2010, dos deputados estaduais à presidência, segundo especialistas, deve chegar a R$ 4 bilhões. A campanhas envolvem pessoal de telemarketing, criação, gráficas, produção de programas de televisão, assessoria de imprensa, logística, redatores, fotógrafos etc. Desde o dia 6 de julho as campanhas estão liberadas. Nas TVs os horário eleitoral gratuito começa na segunda semana de agosto.

Bombril divulga filme em resposta à suspensão do Conar

Até a noite do dia 20, comercial estava sendo veiculado no CineBombril, no Conjunto Nacional, em São Paulo

São Paulo - Em resposta à suspensão do Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) para a campanha de Bom Bril Eco, criada pela WMcCann, a Bombril veiculou filme com o mesmo mote de destacar os atributos ecológicos do produto, porém, não faz menção às esponjas sintéticas, principal concorrente da lã de aço.

Até a noite do dia 20, o comercial estava sendo veiculado no CineBombril, no Conjunto Nacional, em São Paulo.

Na última semana o Conar acolheu o argumento das empresas concorrentes 3M e Bettanin, que entraram com representação alegando que estavam tendo suas imagens afetadas pela campanha. A decisão do Conar está ligada ao fato de o filme em questão não ter embasamento para dizer que a esponja de aço é mais ecológica que as esponjas sintéticas. Segundo a Bombril, a campanha já estava fora do ar desde o início de junho.

Em comunicado, a empresa 3M afirma que recorreu ao Conar "por entender que a campanha em questão poderia suscitar ao consumidor e à sociedade a incorreta interpretação de um tema relevante relacionado ao meio ambiente".

A campanha "Bombril dá de 1001 a zero nos inimigos da natureza" é a primeira criada pela WMcCann. A campanha veiculou os filmes nas principais emissoras do país, como Globo, Record, SBT, Rede TV, Band, Gazeta e também durante a programação de canais fechado como Sony, Universal, Globo News, GNT, Multishow e Warner. Todos são protagonizados pelo ator Carlos Moreno. Em um dos filmes, o garoto Bombril contracena com o ator Paulo Silvino.

Santander investe em universitários para construir marca

Santander Universidades promove projetos de estudantes em parceria com instituições de ensino superior

Rio de Janeiro - O Santander está de olho no futuro. O banco investe em ações voltadas para universitários com o objetivo de oferecer alternativas para que os jovens possam se desenvolver profissionalmente. O investimento não é só no Brasil. O Santander promove a integração dos jovens universitários com o mercado de trabalho em outros 13 países com o objetivo de contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e equilibrada e, claro, para ter clientes cada vez mais envolvidos com a instituição.

O projeto Santander Universidades engloba professores e funcionários de Instituições de Ensino Superior. Já o perfil dos que participam segue características que o banco prefere dar prioridade, como os alunos que têm alta performance acadêmica com limitações de recursos financeiros.

Para reforçar sua presença no meio acadêmico, o Santander investirá € 600 milhões em projetos de apoio ao ensino superior nos países em que atua até 2015. Em entrevista, Jamil Hannouch, Vice-presidente do Santander Universitário, explica que o objetivo do banco é construir a marca de forma que seja a mais reconhecida e atrativa do mercado financeiro e se tornar referência na sociedade atuando em sintonia com públicos estratégicos como os estudantes.

Qual é a representação dos universitários para o banco?

Jamil Hannouche - O nosso compromisso com a educação começa por dedicar uma atenção especial para o público que contribui com o futuro do país. Os universitários são um dos principais pontos de atenção do Santander Universidades. Nessa fase da vida, uma das grandes tarefas é conseguir administrar trabalho, estudo e lazer. Devido a isto, eles tentam harmonizar suas vontades e desejos com seus deveres e responsabilidades, demonstrando um maior interesse por aquilo que lhe dê base para sua formação futura e que, ao mesmo tempo, lhe proporcione prazer. Por isso, temos um papel fundamental na vida dos universitários: o de orientador financeiro.

Que tipo de estratégia de relacionamento o banco desenvolve para eles?

Jamil Hannouche - O Santander acredita que o investimento no ensino superior é a forma mais direta e eficaz de apostar no desenvolvimento dos países em que o banco está presente. Por meio da Divisão Global Santander Universidades, o banco reforça seu compromisso com a comunidade acadêmica a partir de uma rede de relacionamentos que reúne mais de 360 instituições superiores de ensino conveniadas no Brasil e mais de 850 universidades conveniadas no mundo.

Criado em 1996, o Santander Universitário é um programa de colaboração com as universidades que firma uma aliança entre a comunidade acadêmica e o banco. Desde sua criação, investimos R$ 2 bilhões com a concessão de mais de 70 mil bolsas de estudos. Por acreditar no potencial destes universitários, criamos o Plano de Apoio à Educação Superior (PAES). Assim, o Santander investe em projetos universitários como bolsas, intercâmbio cultural, ciência, inovação, empreendedorismo, incentivo à pesquisa e à mobilidade de alunos.

Quais são as características e adequações de ações para este público?

Jamil Hannouche - Nos relacionamos com os universitários com uma linguagem direta e diferenciada. Oferecemos produtos e serviços com condições adequadas ao momento de vida deles, oferecendo orientação financeira, informações institucionais e iniciativas de apoio à educação, como programas de bolsas de estudo, cátedras e espaços digitais, além de produtos e serviços disponíveis para toda a comunidade acadêmica. O Portal Santander Universidades disponibiliza a seção "Alunos" com notícias, promoções especiais e outras novidades.

Em que ano foi criado o Prêmio Santander Universidades?

Jamil Hannouche - Os Prêmios Santander Universidades foram lançados em 2005 com o objetivo de estimular a atitude empreendedora, a pesquisa científica e apoiar a extensão universitária. Este ano, reformulamos os Prêmios para impactar toda a cadeia de valor da educação: alunos, jovens profissionais, professores e Instituições de Ensino Superior com a premiação total de R$ 1 milhão. Nesta edição, todos os participantes serão contemplados com um curso on-line de empreendedorismo certificado pela Babson College.

Como esta iniciativa pode melhorar a imagem da marca?

Jamil Hannouche - Nosso objetivo com os Prêmios Santander é promover o empreendedorismo, a pesquisa científica e as práticas sustentáveis. Isto reforça os atributos da marca Santander no que se refere à própria sustentabilidade, uma vez que iniciativas como esta projetam nossa visão de futuro, que vê a educação como um pilar estratégico capaz de transformar este país e de acelerar ainda mais o nosso crescimento. Contribuir e trabalhar junto com a sociedade está no nosso DNA e acreditamos que só dessa maneira nossos resultados financeiros se tornarão sustentáveis. Nossa causa pode ser resumida em uma equação social que busca o equilíbrio entre os aspectos econômico, humano e ambiental, gerando retornos positivos para toda a sociedade.

Como você acha que os jovens veem esta iniciativa do Santander?

Jamil Hannouche - A iniciativa é muito bem recebida e admirada. A cada ano nos surpreendemos com o crescimento do número de inscrições e com a criatividade e a capacidade empreendedora dos nossos universitários. Temos um caso bem emblemático, que é o de Américo Amorim. O pernambucano foi um dos vencedores dos Prêmios Santander de Empreendedorismo em 2006 com o programa "iChords", um dicionário on-line e gratuito de acordes musicais. A empresa já chegou a 105 países e assumiu a liderança em downloads de games musicais para iPad pela MusiGames Studio, braço da D'Accord no setor de games. Como o caso dele, temos diversos outros estudantes que montaram suas empresas e aliaram o conhecimento acadêmico à iniciativa empresarial.

Qual a importância para a marca Santander ao estar ligada a toda a cadeia de valor das instituições de ensino superior?

Jamil Hannouche - A aposta em iniciativas de apoio ao ensino superior sempre fez parte da trajetória do Santander e do Real. No ano passado, como parte da integração dos bancos, definimos quatro aspirações para a instituição no Brasil. No tocante à construção da marca, queremos ser a mais reconhecida e atrativa dentre os bancos brasileiros e referência na sociedade. Isso implica em atuarmos em sintonia com públicos estratégicos, entre os quais, os do universo acadêmico.

Com o Talentos da Maturidade e o Prêmio Santander Universidades, resta ao banco investir em ações para o público intermediário. Existe algum projeto para este público?

Jamil Hannouche - O Plano de Apoio à Educação Superior (PAES) foi criado justamente para apoiar toda a cadeia de valor formada pelas Instituições de Ensino Superior: alunos, jovens profissionais, professores e funcionários administrativos. Este Plano fortalece a relação do Santander com o mundo das universidades, estreitando os elos e ampliando as conexões entre uma rede formada pelas instituições de ensino superior parceiras nos cinco continentes.

Esta iniciativa para os jovens é fundamental para a construção de bons profissionais. Como o banco entende a percepção deles no futuro com relação à marca Santander?

Jamil Hannouche - Acredito que consolidaremos cada vez mais a nossa marca junto a este público uma vez que pessoas e conhecimento são os ativos mais valiosos de uma sociedade e, por isto, é prioridade de investimento para o Santander. Queremos construir e fortalecer a cada dia a nossa relação de parceria com nossos clientes. Prova disso é que os clientes que estão com a gente desde a época de universitário, passam a contar com os benefícios do Programa Jovem Profissional, que possui vantagens para apoiá-lo durante três anos a partir da data de sua formatura. Outro projeto é o Santander Caminhos & Escolhas, uma plataforma interativa com ferramentas para o usuário se conhecer melhor e entender o que está reservado para seu futuro. Já o portal Santander Empreendedor é um canal gratuito voltado para a educação financeira que reúne diversas funcionalidades, ferramentas e serviços para a capacitação e orientação.

Que outras ações o Santander realiza para os estudantes brasileiros?

Jamil Hannouche - Com 14 anos de existência do Programa, foram identificados os temas comuns e os mais relevantes para a comunidade acadêmica mundial sempre compartilhando a decisão com os Reitores. Com isso, o Santander Universidades elaborou políticas globais para direcionar seus investimentos em educação de forma estratégica, ampliando sua contribuição ao progresso econômico e social dos países em que está presente.

O Plano de Apoio à Educação Superior (PAES) foi estruturado em quatro eixos estratégicos: Mobilidade, Inovação e Empreendedorismo, Transferência Tecnológica e Apoios acadêmicos. Os projetos realizados para cada uma destas vertentes são Programa Santander Universidades Mobilidade Nacional e Internacional; Prêmios Santander Universidades; Cartão Universidade - TUI e Espaço Digital Santander Universidades; e Digitalização de acervos, Apoio a empresas juniores, Programas de cátedras e Programa de pré-iniciação científica.

Qual o retorno destas ações para a companhia?

Jamil Hannouche - É muito gratificante ter clientes que, de fato, contribuem para a construção de uma sociedade mais justa e equilibrada. A realização e implementação destes projetos é a confirmação de que a cada dia investiremos ainda mais em iniciativas de apoio à educação, pois as universidades têm um grande potencial de crescimento e papel estratégico no desenvolvimento do país.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Gol e Delta fazem parceria para planos de relacionamento

A partir de hoje, dia 7, consumidores poderão acumular milhas em todos os voos operados pelas duas empresas

Rio de Janeiro - A Gol e a Delta Air Lines firmaram uma parceria para oferecer vantagens aos membros de seus programas de relacionamento. A partir de hoje, dia 7, os consumidores cadastrados nos programas Smiles e SkyMiles poderão acumular milhas em todos os voos operados pelas duas empresas. Com o acordo, o programa da Gol torna-se mais atrativo entre os passageiros que voam para destinos operados pela Delta, como a América do Norte e a Ásia.

Por outro lado, os cadastrados no SkyMiles, da Delta, poderão acumular milhas viajando para 62 lugares do Brasil, da América do Sul e do Caribe. Atualmente, o Smiles tem mais de 6,9 milhões de participantes e oferece vantagens como serviço diferenciado no check-in, permissão para bagagem extra, acesso às salas VIPs e centro de serviço exclusivo.

Já o SkyMiles tem mais de 140 parceiros e conta com cerca de 81 milhões de membros em todo o mundo. Quem participa do programa pode acumular milhagens ao voar Delta e todas as companhias aéreas membros do SkyTeam. Em 2009 foram mais de 230 bilhões de milhas resgatadas no SkyMiles, em mais de 11 milhões de premiações. No período, 8,5% da receita de milhas voadas pela Delta foram de viagens-prêmio.

Reality ucraniano quer pôr políticos na casa de pessoas pobres

Kiev - Um canal de televisão ucraniano anunciou hoje que colocará em prática um novo reality show no qual conhecidos políticos renunciarão aos privilégios e viverão em casa de famílias de baixa renda para conhecer os verdadeiros problemas enfrentados pelo povo.

"Nosso objetivo é mostrar a política real na vida real, como ela realmente é", informou o diretor-geral do canal "1+1", que prepara o projeto, Aleksandr Tkachenko.

A produtora do canal, Oksana Kucherenko, explicou que, segundo as condições do projeto, os políticos que aceitarem o convite e as famílias que se oferecerem para acolhê-los não deverão se conhecer pessoalmente.

Durante vários dias, os políticos não contarão com as regalias a que estão acostumados, como carros oficiais, contas pessoais e contatos com amigos e parentes, para compartilharem o dia a dia das pessoas mais pobres, conhecerem as filas, o estado dos centros médicos públicos e a habitual indiferença dos funcionários para seus problemas.

Depois que passar essa imersão na vida real, os políticos retornarão aos escritórios para tentar resolver os problemas de seus anfitriões e "demonstrar de verdade o que podem fazer por seus compatriotas", de acordo com a produtora.

O diretor-geral do canal detalhou que várias famílias e pelo menos três políticos conhecidos já se candidataram a participar do projeto, que começará a ser gravado na próxima semana. O "1+1" prevê que o programa seja veiculado a partir de setembro.

Tkachenko acrescentou que outros políticos recusaram o convite, enquanto ainda se espera a resposta da ex-primeira-ministra e atual líder opositora Yulia Timoshenko e do ex-presidente do Parlamento e ex-ministro de Exteriores, Arseni Yatseniuk.

O canal de televisão obteve, além disso, o sinal verde do atual presidente do Legislativo, Volodymyr Lytvyn, para distribuir no plenário, na próxima sexta-feira, convites do reality show entre os 450 deputados ucranianos.

Mercado se une contra regras da Anvisa

Manisfesto assinado por 13 entidades dos setores publicitário e produtor critica normas para publicidade de alimentos e bebidas


São Paulo - Uma semana depois de a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicar no Diário Oficial da União a regulamentação para publicidade de alimentos e bebidas, 13 entidades do mercado publicitário e produtor divulgaram manifesto contrário ao projeto.

Assinam o texto protesto: ABA (Associação Brasileira de Anunciantes); Abap (Associação Brasileira de Agências de Publicidade); Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão); Abia (Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação); Abir (Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas); ABTA (Associação Brasileira de TV por Assinatura); Aner (Associação Nacional de Editores de Revistas); ANJ (Associação Nacional de Jornais); Central de Outdoor; Feneec (Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas); Fenapro (Federação Nacional das Agências de Propaganda); IAB (Interactive Advertising Bureau, Brasil) e Instituto Palavra Aberta.

Em resumo, as associações alegam que a Anvisa ultrapassa suas competências ao criar tais regras, que obrigam que as campanhas contenham alertas sobre os riscos à saúde que a ingestão de alimentos e bebidas com alto teor de gorduras, sal e açúcar podem causar.

Na última semana, o Instituto Alana e a Abia já haviam manifestado posição contrária à regulamentação, sendo que a segunda entidade prometeu mover ação na Justiça contra o projeto.

Leia o manifesto na íntegra:

"Em defesa do estado de direito

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acaba de exorbitar da sua competência mais uma vez, ao tentar agora impor regras para a publicidade de alimentos e bebidas não alcoólicas. Em medida administrativa, na Resolução no 24/2010, a agência cria regras para a propaganda comercial de alimentos e bebidas.

Não é a primeira investida dessa agência. Em outras oportunidades, já tentou se substituir ao Congresso Nacional criando regras para a propaganda de outros produtos, como bebidas alcoólicas, em 2007, e medicamentos populares, em 2009.

Em ambas, a Anvisa foi desautorizada pela Advocacia-Geral da União e, na última delas, também pela Justiça. Sempre que perdeu, foi porque ficou claro que não tinha competência para legislar sobre propaganda comercial. (continua)

Novamente a agência reincide ao legislar em seara que não lhe compete. O artigo 22, inciso 29 da Constituição Federal, diz que é competência privativa da União (Congresso Nacional e Presidência da República) legislar sobre propaganda comercial. O artigo 22 é claro ao dizer que compete à lei federal dispor sobre propaganda de produtos, práticas e serviços que possam ser nocivos à saúde.

A propaganda brasileira é submetida a um sistema misto de controle que funciona muito bem. Fazem parte dele o severo arcabouço legal no qual avulta o Código de Defesa do Consumidor e, do lado da sociedade civil, o Conar. Este já julgou mais de 7 mil casos em seus trinta anos de existência.

Estabelece um sistema considerado dos mais evoluídos do mundo para regular eticamente mensagens comerciais e é respeitado por anunciantes, agências de propaganda e veículos de comunicação.

As entidades abaixo-assinadas reiteram a sua confiança no Estado democrático de Direito, na primazia da Constituição Federal e confiam que o Congresso Nacional saberá fazer uso da competência constitucional que lhe foi atribuída pela Carta Magna de 1988. Temos certeza, portanto, de que a usurpação de poder ora em curso não há de prosperar."

Expansão de O Boticário agrega ruas e shoppings

Rede de cosméticos investe nos dois modelos para atingir três mil lojas em 2010

Rio de Janeiro - O dilema loja de rua x shopping não cabe para O Boticário. A rede investe nos dois modelos e pretende fechar o ano de 2010 com três mil pontos-de-venda, mostrando que as duas opções de varejo são complementares para a estratégia de crescimento da marca de cosméticos. O projeto foi iniciado em 2007 com um novo modelo de ponto-de-venda para as novas lojas, enquanto outras foram relocalizadas, reformadas e padronizadas com a arquitetura.

A expansão da rede atingiu o número de 915 franqueados e cerca de 870 produtos. O resultado do investimento é de R$ 3,5 bilhões em faturamento no ano passado. Das 2.840 lojas, 68% estão localizadas em ruas. Só elas correspondem a 55% do faturamento do grupo. Os shoppings são os endereços de 15% dos pontos-de-venda, que representam 30% da receita da marca que abre, em média, 200 lojas abertas por ano.

As diferenças regionais fizeram o projeto de expansão da empresa dividir o Brasil em três grupos. Os municípios onde não havia lojas, os que possuem poucos pontos-de-venda e as grandes cidades. Para cada modelo, a companhia dispõe de 40 consultores que avaliam os espaços e dão o aval para o início do projeto. Depois de verificar o potencial destas regiões, a rede se baseia em um sistema de filtros estatísticos que avalia a renda média dos habitantes da região, o seu potencial de mercado para novas lojas, o custo por metro quadrado e o retorno para o franqueado.

Expansão em dois modelos

Apesar de parecer mais fácil, dos grandes municípios brasileiros avaliados no processo de expansão, apenas 60% deles ofereceram reais condições de efetivar a expansão da rede. "Abrir novas lojas, relocalizar, ampliar os pontos-de-venda e padronizar a arquitetura são movimentos feitos ao mesmo tempo. Demanda ferramentas de gestão. Por isso criamos o Sistema de Gerenciamento de Processos Construtivos", aponta Osvaldo Braga Moscon, Gerente Executivo de Canais de Vendas de O Boticário.

O planejamento de expansão das lojas teve forte crescimento no faturamento das lojas de rua. Em algumas delas, a movimentação de consumidores é maior do que qualquer shopping poderia ter. "O número de pessoas que entram nas lojas de rua O Boticário é menor do que nos shoppings. As lojas de rua têm menor capacidade de captar, mas tem um índice de conversão maior do que o dos shoppings", diz Moscon.

O comércio de rua atrai principalmente os consumidores que residem próximos a ele. O tempo máximo de deslocamento que o cliente suporta para chegar ao local de compras é de até 15 minutos, segundo um estudo interno da companhia. A diferença dos shoppings é que a população flutuante não mora perto, mas trabalha próxima destes centros ou estão de passagem pela região por um motivo qualquer. Para fazer disso uma oportunidade, O Boticário investe em Geomarketing, fazendo o cruzamento de dados como a renda média dos consumidores da região e o número da população flutuante do pólo.

Estudo caso a caso

Para escolher os locais ideais para abertura ou reforma das lojas, a empresa estuda a densidade do comércio daquela região, o número de pontos comerciais e até a correlação dos segmentos de outras lojas com os produtos O Boticário. A origem e o destino dos consumidores que entram nas lojas de rua também fizeram parte do estudo que validou a expansão da marca de cosméticos. "Uns saíram de casa para comprar, outros estavam voltando do trabalho. Ao compararmos as lojas de rua com as de shopping, de supermercados e as de galerias verificamos que 50% dos que passavam por ela efetuaram uma compra", conta o Gerente Executivo de Canais de Vendas do Boticário.

Em um processo de relocalização, O Boticário transferiu uma loja de rua para outro logradouro na mesma região, já que a fachada era obstruída por uma árvore. No novo endereço, o número de pessoas dobrou e, consequentemente, aumentou a receita da loja. Em uma outra ocasião, uma simples mudança de uma rua para outra fez com que o trânsito de consumidores passasse de 200 para 600 pessoas a cada hora.

O espaço interno tem custo mais baixo do que os shoppings, está mais próximo do consumidor, é imune à gestão do shopping e possui mais liberdade para realizar ações de marketing. Já os shoppings oferecem estacionamento, são ambientes planejados e não sofrem interferência de decisões políticas sobre o tráfego de uma região. Além disso, estão alheios ao projeto "Cidade Limpa" e às influências climáticas, como enchentes e poluição sonora, por exemplo. "A atuação nos dois modelos de varejo faz com que se perceba vantagens em ambas", completa Osvaldo Braga Moscon, Gerente executivo de Canais de Vendas de O Boticário.

* com reportagem de Bruno Mello

Marketing direto também está na web

Daniel Morel, ceo da Wunderman, analisa o conceito "Digital is direct"

São Paulo - Sem grandes conquistas em Leões, a Wunderman teve uma importante marca para comemorar durante o 57º Festival de Cannes. Foi na semana do evento, mais precisamente em 22 de junho, que Lester Wunderman, um dos pais do marketing direto e fundador da agência global que leva seu nome desde 1958, completou sua nona década de vida. Hoje a operação mundial é comandada por Daniel Morel, CEO e chairman da Wunderman, mas o próprio garante: "Lester continua firme e ativo na empresa. Há semanas em que ele aparece todos os dias no escritório", contou.

Morel é um dos responsáveis por colocar em prática o conceito mundial da empresa, "Digital is direct", e por garanti-la como agência global de marketing de relacionamento da Microsoft, um de seus principais clientes - ao lado de contas como Ford, Nokia, Dell, Burger King, Diageo, Citibank e Telefônica. "Atualmente nossos clientes são, na maioria, digitais. Mas hoje o digital e o marketing direto se confundem. Toda a web é sobre coletar dados e relacionamento. Web interactive também é marketing direto", explicou.

Integrante do WPP, a Wunderman se beneficia da parceria com algumas das principais agências mundiais, como Y&R, JWT e Ogilvy, no atendimento de grandes contas. Porém, garante que mantém um ótimo relacionamento com agências externas - como no caso de Burger King, atendido pela Crispin Porter + Bogusky - e que, assim como no Brasil, a principal prática para a conquista de clientes ainda é a concorrência. "Temos um sistema integrado no WPP que facilita o atendimento de diferentes disciplinas e agências para o mesmo cliente, como em nosso trabalho com a JWT para Nokia, por exemplo. Outro ponto positivo é que muitos clientes entregam suas contas para as redes, não exatamente para agências específicas, o que nos habilita como agência digital e de marketing direto para grandes anunciantes. Mas na maioria dos casos ainda conquistamos novas contas por meio de concorrência".

Analisando o resultado brasileiro em Direct, onde dos seis Leões conquistados, cinco foram para as chamadas "full agencys" (dois para Ogilvy, dois para a DM9DDB e um para a Loducca.MPM) e apenas um para uma especializada, a Sun/MRM, Morel destacou que a prática é comum, mas não preocupante para seu negócio. "Grandes agências têm hoje pessoal capacitado para a realização de qualquer tipo de trabalho, mas os grandes clientes ainda procuram agências especializadas".

Mas se há anunciantes que procuram as multidisciplinares, a crise ajudou a mostrar, segundo o executivo, que a recíproca também é verdadeira. O problema europeu, que afetou o mercado globalmente, acabou sendo benéfico para a Wunderman. "O que os clientes não querem é desorganização e, em tempo de crise, também procuram focar suas verbas em um único parceiro ou projeto. Durante o último ano, muitos de nossos clientes deixaram toda sua comunicação nas nossas mãos", disse. Os bons resultados se estendem também para 2010, na previsão do ceo. "De acordo com o Advertising Age's Agency Report, nossa rede teve rendimento de US$ 828 milhões ano passado. Este ano estamos investindo mais e trabalhando mais, o que pode nos levar para perto de US$ 1 bilhão", apontou.

O Brasil aparece, na opinião de Morel, como referência entre os mais de 130 escritórios da Wunderman em 55 países, que empregam aproximadamente sete mil profissionais. "Acredito que a operação brasileira está entre o top 5, atrás apenas de mercados-chave como Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha. Ela é uma inspiração global em muitos pontos, especialmente na parte criativa", concluiu.

Mais uma alternativa publicitária para o Twitter

Site não confirma, mas perfil @earlybird pode ser a terceira forma de gerar receita com tuíte

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São Paulo - O Twitter criou recentemente, e sem fazer alarde, uma conta que pode dar pistas sobre a terceira forma de gerar renda para o site: é o perfil @earlybird

Segundo especulações de veículos internacionais como The Guardian e ReadWriteWeb, a conta mostraria ofertas e promoções diárias de diversas empresas e marcas para seus seguidores. O novo formato sugere uma lista opt-in, em que só receberiam mensagens publicitárias os perfis que seguem o @earlybird.

Os dois modelos já lançados pelo Twitter - "promoted tweets" e "sponsored trends" - têm gerado boas respostas. Na última ação feita no microblog, a Coca-Cola integrou os dois formatos e alcançou 86 milhões de impressões nas primeiras 24 horas. Isso significa uma média de 3,6 milhões de impressões por hora, com uma taxa de interação de 6%, o que excede a média atingida pela publicidade tradicional na web, que é de 0,02%.

Sobre o @earlybird, o site não se pronuncia, mas o perfil já causa curiosidade antes mesmo de divulgar qualquer informação mais precisa.