quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Azeite Gallo estreia nova campanha
O Azeite Gallo coloca na mídia sua nova campanha. O esforço de comunicação, iniciado pelo comercial intitulado “Lenda”, é o primeiro desenvolvido pela AlmapBBDO para o cliente. As imagens foram captadas na região de Monsanto, em Portugal, com atuação dos próprios moradores do vilarejo. Na peça é destacada uma lenda fictícia de um galo que cantava à meia-noite, em meio a grandes oliveiras – que davam origem ao produto. O filme é finalizado com a nova assinatura do anunciante: “Gallo. Uma marca que só o tempo constrói”.
Ficha técnica:
Diretor de Criação: Marcello Serpa e Luiz Sanches
Criação: Pernil, Sophie Schoenburg, Vico Benevides, André Gola
Planejamento: Cintia Gonçalves e Daniel Arthur Machado
Mídia: Carla Durighetto, Janaina Soares e Peterson Fernandes
Atendimento: Oscar Ferreira, Carol Derra e Flávia Latorre
RTVC: Vera Jacinto e Gabriel Aguiar Dagostini
Produtora do filme: Garage Filmes
Direção de cena: João Nuno
Produtora de som: Indigo
Finalização: Ingreme
Aprovação pelo cliente: Pedro Cruz, Ines Paco e Daniel Martins
Setor de produtos para cabelo fatura R$ 6,4 bilhões
O setor de produtos para cabelo tem faturamento de R$ 6,4 bilhões no Brasil, segundo Roberta Santanna, diretora da categoria hair da Unilever. Em sua apresentação durante o Fórum PDV no MKT Mix, a executiva afirmou que hoje o País só fica atrás dos Estados Unidos e Japão.
Roberta destacou que a Unilever tem 32% de market share de xampu no Brasil e que outros produtos para cabelo, como condicionadores e cremes hidratantes, têm ganhado participação no mercado devido à mudança de comportamento do consumidor. A executiva também apresentou o plano de comunicação da linha Clear, voltada para tratar de problemas de caspa.
No mesmo painel, Renata Castro, da Vivo, e Leonardo Araújo, da Gad Retail, falaram sobre o desenvolvimento da loja conceito da Vivo no MorumbiShopping, em São Paulo.
por Maria Fernanda Malozzi
Caloi anuncia planos de investimento
A Caloi apresentou na manhã desta quarta-feira (20) o plano de investir R$ 30 milhões nos próximos três anos em sua modernização industrial e na capacidade produtiva da empresa. Segundo Eduardo Musa, presidente da Caloi, a marca ganhou participação de mercado nos últimos meses e deve terminar o ano com 35% de market share em valor. ″Apesar do setor não ter crescido, nosso mercado está aquecido. Com os investimentos que estão sendo realizados e a expansão da capacidade de produção, devemos atingir a marca de um milhão de bicicletas em 2011, representando crescimento de 25% em relação a 2010", disse Musa.
Neste ano, a marca investiu mais de R$ 10 milhões em ações de marketing e desenvolvimento de produtos. Terceiro maior fabricante de bicicletas de mundo, o Brasil é hoje o quinto mercado consumidor do produto. Este ano devem ser produzidas cerca de cinco milhões de bicicletas no País. "Para fomentar o uso da bicicleta no Brasil lançamos o Plano B, nova postura de marca da Caloi, que visa o estímulo da mobilidade e integra a 'nova' onda de consumo do produto como uma nova opção de transporte", afirmou Musa.
O Plano B foi lançado no Dia Mundial sem Carro, em setembro, e visa ações na internet. A empresa também anunciou abertura de fabrica na China e a intenção de internacionalizar a companhia.
por Juliana Welling
Geomarketing: o que você ganha com isso
Estudo de segmentação baseado em localização não é novidade, mas ganha força e é usado por empresas como Pão de Açúcar e O Boticário
Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing | 19/10/2010bruno@mundodomarketing.com.br
Muitas vezes, o Marketing é acusado de ser o vilão em histórias de fracassos de empresas. O problema, na maioria dos casos, está na falta de estudos que balizem as ações e os projetos realizados. É neste contexto que se insere o Geomarketing, uma ferramenta desenvolvida para, basicamente, determinar o potencial de consumo de uma região e de implantação de uma nova marca. Há diversas outras ferramentas que devem ser utilizadas para obter o retorno sobre o investimento desejado, cada qual com sua especialidade. Atualmente, o Geomarketing tem atuado principalmente para ajudar nas estratégias de expansão de redes varejistas.
Setores que também se destacam na utilização da ferramenta são os de telecomunicações, financeiro, imobiliário e turismo. Mas, de forma geral, todos podem se beneficiar com o Geomarketing, também conhecido como Georreferenciamento. Empresas de consumo massivo encontram no conceito uma forma de saber em que tipo de varejo apostar mais fichas e onde o produto tem maior penetração. O estudo pode ser aplicado na produção, na estratégia de relacionamento, na abertura de lojas, na parceria com grandes marcas e até como forma de medir o retorno das ações de Marketing.
O conceito é uma forma de segmentar geograficamente, encontrando perfis específicos de consumidores em determinadas regiões com diferenças comportamentais, culturais, sócio-econômicas, religiosas, entre outras. O Geomarketing é, portanto, essencial para que as companhias enxerguem o seu público-alvo em potencial antes de abrir um novo ponto de venda ou de lançar um produto em determina região.
Estratégia com base na geografia
Veja o exemplo do Pão de Açúcar. A marca principal do Grupo é direcionada para o consumidor que busca alta qualidade, atendimento diferenciado, diversificação selecionada, além de soluções eficientes e inovadoras. Por outro lado, a bandeira Compre Bem/Sendas identifica-se com a mulher batalhadora, de orçamento restrito, que gerencia o lar, e o supermercado geralmente está localizado nas periferias. Já o Hipermercado Extra oferece variedade a preços competitivos em diversas regiões de uma mesma cidade, enquanto o Extra-Eletro é especializado em eletroeletrônicos, móveis e itens de bazar. Há ainda o Extra-Fácil e o Extra-Perto, que são supermercados de fácil acesso para atender bairros específicos, além da marca Assai, cujo foco são pequenos varejistas e atacadistas.
Outra empresa que não viveria sem o Geomarketing é a Domino’s Pizza. Eles usam o conceito para poder tangibilizar o posicionamento: “Entrega em 30 minutos ou a pizza é de graça”. A rede norte-americana, que foi adquirida pelo Grupo Umbria em 2004 no Brasil e ganhou espaço no Rio de Janeiro, agora tem como foco a expansão no mercado paulistano. De acordo com um estudo de Geomarketing do Umbria, a cidade oferece 51 regiões com potencial para a Domino's. Hoje com três lojas em atividade e quatro em obras em São Paulo, o Grupo busca implementar a marca com a característica do estado, como a massa “paulista” – mais fina que a tradicional – adaptando assim o mix de produtos para o consumidor local.
Como a missão da empresa é conseguir entregar pizzas quentinhas em até 30 minutos, estar no trânsito caótico da maior cidade da América Latina é um desafio a mais. Por isso, os pontos de venda são escolhidos com base no Golden Mile, um formato de medida americana, para atender os domicílios presentes em um raio de 1,6 km. Desde o layout da loja, até a linha de produção, tudo é feito neste raio que abrange cerca de 20 mil casas. Este número poderia até parecer tímido não fosse a contribuição que o Geomarketing dá ao indicar o potencial de consumo de milhares de residências juntas.
Definição do local
Entender cada segmentação serve como ponto de partida para o lançamento e desenvolvimento de produtos e de novas lojas. Descobrir qual região é a mais adequada para um teste de determinado produto, serviço ou ponto de venda, por exemplo, varia de acordo com o objetivo de cada empresa. Ao contrário do que muitos pensam, não é possível estabelecer uma cidade-teste. Apesar de municípios como Curitiba serem associados a modelos de avaliação, é necessário selecionar cidades que tenham a ver com a estratégia da marca.
Os mais indicados são lugares onde representem o máximo possível o público-alvo que a companhia deseja atingir. E é aqui que entra o Geomarketing, indicando estes locais. A função do Geomarketing é descobrir cidades que sejam representativas para o negócio. Por isso ele é importante dentro da estratégia de O Boticário. Das 2840 lojas, 68% estão localizadas em ruas. Só elas correspondem a 55% do faturamento do grupo. Os shoppings são os endereços de 15% dos pontos de venda, que representam 30% da receita da marca que abre, em média, 200 lojas por ano. O restante está em centros comerciais e afins.
As diferenças regionais fizeram o projeto de expansão da empresa dividir o Brasil em três grupos. Os municípios onde não havia lojas, os que possuem poucos pontos de venda e as grandes cidades. Para cada modelo, a companhia dispõe de 40 consultores que avaliam os espaços e dão o aval para o início do projeto de construção de uma nova loja. Depois de verificar o potencial destas regiões, a rede se baseia em um sistema de filtros estatísticos que avalia a renda média dos habitantes da região, o seu potencial de mercado, o custo por metro quadrado e o retorno para o franqueado.
Formatos de lojas
Apesar de parecer mais fácil, dos grandes municípios brasileiros avaliados no processo de expansão, apenas 60% deles ofereceram reais condições de efetivar a expansão da rede. “Abrir novas lojas, relocalizar, ampliar os pontos de venda e padronizar a arquitetura são movimentos feitos ao mesmo tempo. Demanda ferramentas de gestão. Por isso criamos o Sistema de Gerenciamento de Processos Construtivos”, aponta Osvaldo Braga Moscon, Gerente Executivo de Canais de Vendas de O Boticário.
O planejamento de expansão das lojas teve forte crescimento no faturamento dos pontos de venda de rua. Em algumas delas, a movimentação de consumidores é maior do que qualquer shopping poderia ter. "O número de pessoas que entra nas lojas de rua O Boticário é menor do que nos shoppings. As lojas de rua têm menor capacidade de captar, mas tem um índice de conversão maior do que o dos shoppings”, diz Moscon.
O comércio de rua atrai principalmente os consumidores que residem próximos a ele. O tempo máximo de deslocamento que o cliente suporta para chegar ao local de compras é de até 15 minutos, segundo um estudo interno da companhia. A diferença dos shoppings é que a população flutuante não mora perto, mas trabalha próxima destes centros ou estão de passagem pela região por um motivo qualquer. Para fazer disso uma oportunidade, O Boticário investe em Geomarketing, fazendo o cruzamento de dados como a renda média dos consumidores da região e o número da população flutuante do pólo.
Raio X da região
Para escolher os locais ideais para abertura ou reforma das lojas, a empresa estuda a densidade do comércio daquela região, o número de pontos comerciais e até a correlação dos segmentos de outras lojas com os produtos O Boticário. A origem e o destino dos consumidores que entram nas lojas de rua também fizeram parte do estudo que validou a expansão da marca de cosméticos. “Uns saíram de casa para comprar, outros estavam voltando do trabalho. Ao compararmos as lojas de rua com as de shopping, de supermercados e as de galerias, verificamos que 50% dos que passavam por ela efetuaram uma compra”, conta o Gerente Executivo de Canais de Vendas do Boticário.
Em um processo de relocalização, O Boticário transferiu uma loja de rua para outro logradouro na mesma região, já que a fachada era obstruída por uma árvore. No novo endereço, o número de pessoas dobrou e, consequentemente, aumentou a receita da loja. Em uma outra ocasião, uma simples mudança de uma rua para outra fez com que o trânsito de consumidores passasse de 200 para 600 pessoas a cada hora. Tudo isso, graças ao Geomarketing.
* com reportagem de Sylvia de Sá e Thiago Terra
Consumidores querem mais informações sobre produtos sustentáveis
Constatação foi apresentada por Will Ander, um dos maiores especialistas em varejo do mundo, durante o primeiro dia do evento Multi Retail
Essas foram algumas das constatações de Will Ander, um dos maiores especialistas em varejo do mundo e sócio sênior da consultoria internacional McMillan, durante o primeiro dia do Multi Retail.
O evento começou na manhã desta terça-feira (19), no Hotel Transamérica, em São Paulo, e é considerado o maior acontecimento varejista multiformato do Brasil. "60% dos consumidores norte-americanos incluem produtos ecológicos em suas compras no varejo. O movimento verde não é uma tendência, mas uma maneira de viver. Não há caminho de volta nesse processo. Todas as empresas varejistas devem estar envolvidas com a sustentabilidade", disse Ander.
Segundo o executivo, cada vez mais os consumidores exigem informações e comprometimento da indústria varejista em relação ao tema. Neste sentido, o especialista citou o Wal-Mart como a principal rede do setor envolvida com a questão. "O Wal-Mart está tomando a liderança na condução da sustentabilidade nos Estados Unidos pois têm inúmeras iniciativas focadas no tema. Além disso, muitas feiras e produtores orgânicos estão crescendo nos EUA. Os varejistas devem incorporar a sustentabilidade como parte de sua missão", acrescentou Ander.
Azaleia compra Top da Fórmula 1 e Futebol na Globo
Anunciante assume lugar de Telefônica e Coca-Cola nas atrações da Rede Globo de Televisão
Os dois espaços foram garantidos pela Azaleia para a marca de calçados esportivos Olympikus. Substitui no Futebol a Coca-Cola, que passou a ser cotista, por R$ 42,4 milhões.
No ano passado o Top do Futebol custou R$ 36,3 milhões. Na Formula 1 assume o lugar da Telefônica, que pagou pelo espaço R$ 23,3 milhões em 2009. Este ano, o valor de tabela é de R$ 25,5 milhões.sábado, 9 de outubro de 2010
Volkswagen revitaliza Ciclovia do Ibirapuera
A Volkswagen é a responsável pela reformulação da ciclovia do Parque Ibirapuera, que agora conta com sinalização mais eficiente e asfalto azul. O projeto “Ciclovia da Família” foi lançado nesta sexta-feira (08), em parceria com a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente de São Paulo. Concebida pela AlmapBBDO e Farah Service, a ação prevê a revitalização e a conservação da pista.
Cereser lança vinho em festa católica
Dom Bosco Seleção será apresentado para mais de dois milhões de fiéis
Unilever cria blog para engajar atitude sustentável
Marcas de sabão em pó participam de ação de conscientização
A Unilever lançou uma plataforma interativa para promover atitudes sustentáveis. Por meio de um blog e de campanhas digitais, criados pela agência F.biz, a companhia prega o uso consciente de produtos de cuidados com a casa para contribuir com o meio ambiente. O blog conta as histórias de duas mulheres e de um homem que tem como desafio a mudança no cotidiano. Eles publicam as dificuldades e facilidades do processo de reeducação sócio-ambiental em suas rotinas e interagem com os internautas.Mercatto cria cestas de natal ecológicas
Empresa lança produtos com ilustração de animais e adota onças no Rio de Janeiro
A Mercatto fará cestas de natal com temas ecológicos. O objetivo da empresa é evidenciar a beleza do ecossistema do brasileiro e conscientizar as pessoas sobre a importância da preservação do meio ambiente. A nova linha conta com sete tipos de cestas que virão com ilustrações de animais como Lobo-Guará, Onça- Pintada,Tamanduá e Beija-Flor. Os preços dos produtos variam entre R$ 23,00 e R$ 160,00.
Para reforçar os seus valores ecológicos, a Mercatto adotou duas onças pintadas da Fundação Jardim Zoológico da Cidade do Rio de Janeiro (RioZoo). A empresa irá colaborar no fornecimento de alimentação dos animais durante um ano.




