Visitantes

contador de visitas para blog

terça-feira, 26 de abril de 2011

Pitú cria lata especialmente para roqueiros

Marca de aguardente aposta em embalagem de edição limitada para o festival Abril Pro Rock


Uma das patrocinadoras do festival Abril Pro Rock, a Pitú resolveu investir temporariamente no público-alvo do evento. A marca de aguardente recorreu à Extra Comunicação, que criou uma embalagem de edição limitada: uma lata de 350 ml com a logomarca do festival.

A latinha até conta com o slogan da Pitú, “mania de brasileiro”, alterado para “mania de roqueiro”. O Abril Pro Rock começou no dia 8 de abril e deve ir até o dia 30 do mesmo mês. Para entre esta sexta-feira, 15, e o próximo domingo, 17, estão marcadas as apresentações no Chevrolet Hall, em Recife. Tanto o evento como a marca de pinga são de Pernambuco.

Apesar de pouco difundida no restante do país, a cachaça em lata existe desde 1985, quando foi criada pela própria Pitú. No Carnaval do ano passado, por exemplo, a Pernod Ricard lançou no mercado nordestino o Ron Montilla em latinhas de 310ml e 473ml, em busca de se popularizar na região. Já a Pitú investe em datas comemorativas desde 1998.

Mulheres mudam hábitos alimentares após terem filho

Estudo quer entender a relação das mães com produtos de alimentação infantil


Getty Images

Mãe segurando bebê

Segundo a pesquisa, nenhuma das mães entrevistadas compraria o alimento mais barato para o filho

Rio de Janeiro - Após o nascimento dos filhos, 66% das mães mudam os hábitos alimentares da família. É o que aponta uma pesquisa realizada pela Sophia Mind para entender a relação das mães com os produtos de alimentação infantil.

Os dados revelaram que 73% das mulheres preparam a comida dos filhos, seguidas pelas avós, com 13%, e a empregada, com 8%. A fonte de informação mais confiável para elas é o médico, com 84%, superando os avôs (67%) e os sites especializados (35%).

As entrevistadas consideram alimentos saudáveis, como legumes e verduras, essenciais na dieta das crianças, com 81%. Em seguida, aparecem frutas, com 78%. Pouco mais da metade (52%) acredita ser importante evitar comer lanches rápidos e pouco saudáveis durante a semana, mas abrem exceções aos sábados e domingos.

Em relação aos lançamentos, quase metade das mães afirmou que experimenta as novidades do mercado, independentemente da marca, indicando pouca fidelidade na categoria. A primeira marca que elas pensam é a Nestlé e uma boa promoção faria com que 22% trocassem de produto.

Para 84%, o que determina a escolha dos alimentos é o equilíbrio entre preço e qualidade. Segundo a pesquisa, nenhuma delas disse que compraria o mais barato para o filho. A qualidade influencia, principalmente, na compra de produtos como papinha (65%), leite comum (56%) e água mineral (53%).

O estudo contou com a participação de 402 mulheres, com idades entre 18 e 50 anos, mães de crianças entre um e 10 anos e as principais responsáveis pela compra de alimentos infantis na casa.

Renault explode carro de concorrente ao vivo na web

Criada pela ID\TBWA, ação faz parte da estratégia de divulgação do Novo Renault Fluence


Divulgação

Renault Fluence

Renault Fluence: ação de marketing promove o modelo da montadora francesa

São Paulo - O filme da campanha publicitária do novo Renault Fluence mostra um consumidor explodindo seu atual carro, após dar uma volta no modelo da montadora francesa. Porém, a explosão não fica só na narrativa, já que a ID\TBWA resolveu materializar a ação, batizada de #queseexploda.

Os internautas terão a oportunidade de assistir a explosão de um carro da concorrência ao vivo na internet por meio dos principais portais e no canal da Renault no YouTube.

Os interessados em participar devem se cadastrar no site da montadora e postar uma frase criativa no Twitter com a hashtag #queseexploda, o autor da ideia mais criativa terá o prazer de explodir o carro, em Interlagos, no dia 28 de abril.

A ação promocional também tomou cuidado para cuidar do meio ambiente. A Renault se comprometeu, em parceria com a Neutralize Carbono, a neutralizar toda a emissão de carbono resultante da explosão.

Jovens ainda preferem a TV, revela pesquisa

Internet vem em segundo plano, com 20% da preferência, seguida do rádio, com 4%


LatinStock

Pessoa vendo TV

Pesquisa indicou que TV é a primeira fonte de informação de 68% dos jovens brasileiros

São Paulo - Apesar de ser apontado como habitat natural dos jovens, a internet não é a mídia preferida deles na hora de se informar, mas sim a tradicional TV.

O estudo TRU 2011, produzido pela TNS Research International em 40 países, incluindo o Brasil, aponta que a mídia eletrônica é a primeira fonte de informação da maioria (68%) dos jovens brasileiros.

A internet vem em segundo plano na preferência (20%), seguida do rádio (4%). Já nas classes mais altas, a internet supera a TV em diversos atributos. É considerada a mídia mais utilizada, divertida, informativa e sem a qual não viveriam. Já na classe D a TV é o canal de comunicação mais divertido (56%).

Enquanto as meninas de todas as faixas etárias gostam de novelas e tramas do gênero, os meninos preferem esporte e humor. Seus canais favoritos são Globo, SBT e Record, com destaque para a novela “Malhação”, seguida dos programas TV Globinho, Globo Esporte e Pânico na TV.

Foram entrevistados 1,5 mil adolescentes e jovens de 12 a 19 anos, das classes A a D, de quatro regiões – Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste. A maioria dos entrevistados (97%) possui TV e 27% TV a cabo. Segundo o levantamento, 51% têm DVD Player; 33% têm internet banda larga; 32% videogame e 20% MP3 Player.

O estudo detectou também que entre as jovens, os assuntos mais procurados nas revistas são beleza, moda, horóscopo e fofocas de celebridades, enquanto os rapazes têm preferência por esporte.

O TRU Brasil 2011 foi realizado em quatro regiões brasileiras – Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste. O campo da pesquisa foi realizado em dezembro de 2010. Foram investigados diferentes aspectos relacionados à vida pessoal e familiar, hábitos de consumo e marcas preferidas, mídia e perspectivas para o futuro.

Para estimar o universo de jovens brasileiros de 12 a 19 anos das classes A,B,C e D foram utilizados os dados do último Censo disponível do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2000) e a estimativa da população Popclock, também do IBGE.