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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Negócios on-line se fortalecem com planejamento de marketing

Mercado brasileiro terá 23 milhões de novos e-consumidores e 40% de aumento nas vendas em 2010

Rio de Janeiro - Os negócios on-line são bem-vindos no Brasil. Cada vez mais empresas percebem que a internet é importante para acrescentar as vendas e, em muitos casos, é o principal plano de negócios de uma marca. Dados da e-bit encorajam o investimento já que, para este ano, espera-se um crescimento geral de vendas de cerca de 40%, se comparado a 2009.

Junto ao cenário favorável de se investir em mecanismos digitais rentáveis está a barreira da desconfiança que ainda existe para alguns e-consumidores. Isto está mudando graças a ações dos próprios players com relação à percepção do consumidor com dicas para uma compra segura. Os cliques feitos por 18 milhões de pessoas negociando pela primeira vez na internet em 2009 deram o aval para o acesso das grandes marcas do varejo à internet.

Se os números do ano passado animam, os de 2010 são ainda melhores. Espera-se 23 milhões de consumidores comprando seu primeiro bem de consumo ou serviço usando a internet que, em média, gastarão R$ 380,00, segundo a e-bit. A razão para o otimismo com relação aos negócios on-line nasce com o bom momento da economia nacional e com o aumento do poder de compra da classe C.

Entrega X preço

"Levando-se em conta a sazonalidade e o índice de entrega, o setor que tem feito o melhor trabalho é o de eletroeletrônicos", aponta Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit, em entrevista. De acordo com os números da empresa, os clubes de compras despertam o maior interesse em negócios on-line apesar de apresentam média de entrega superior a média geral do e-commerce.

O comum hoje é a entrega em 24 horas. O que difere os clubes de compra, além do extenso prazo de entrega, é o menor preço. "O problema é dizer que entrega e não cumprir. Não adianta estar fora do que o mercado pratica e não conseguir exercer os acordos comerciais", alerta Umberti. A recente entrada do Carrefour na esfera de negócios on-line mostra que a interpretação incorreta do mercado virtual pode causar uma expectativa maior que a esperada.

"A leitura equivocada da varejista francesa sobre a demanda deste novo canal, nos primeiros dias, teve impacto na entrega. Mas rapidamente foi solucionada e atingiu níveis de excelência. É preciso estar atento ao consumidor, ser fiel a sua estratégia e entender qual é a identidade para dar foco ao negócio", ensina o diretor de marketing da e-bit.

Web X PDV

Se os destaques positivos dos negócios on-line são o crescimento de setores proeminentes de eletrônicos, com a chegada da Copa 2010, e o de camisetas personalizadas, os negativos são as empresas que investiram em vendas de CDs e DVDs, principalmente por causa da pirataria e das cópias oriundas da própria web.

Outro fator que encoraja o investimento em negócios on-line é, primeiramente, a economia com relação a uma loja física. "Esta é a principal diferença. Optamos pela internet porque gastamos 30% do valor de uma loja física bem localizada, sem falar nos espaços em shoppings", aponta Gustavo Menna, diretor da marca de moda masculina Brave.

Dos e-consumidores da Brave, 20% deles conheceram a marca por indicação. Este é mais um ponto a favor dos negócios on-line, que já contam com a força das redes sociais e do boca a boca dos internautas. "O nosso diferencial com relação às grandes marcas são os vídeos no site para demonstrar os produtos. Este sistema de e-commerce é pouco disseminado no Brasil", diz Menna.

Negócios nas redes

Parceira da Brave no ambiente digital, a byMK estudou o comportamento de seus usuários e percebeu que a web é onde as pessoas querem se expressar. "Se as marcas estiverem neste contexto podem entrar nesta conversa e ajudar na auto-expressão dos consumidores", salienta Flávio Pripas, fundador da rede social voltada para moda.

A byMK aposta em um modelo de negócio que oferece 100 combinações diferentes para um item de vestuário, masculino ou feminino, pela web. Caso haja o interesse pela compra, a ferramenta informa o endereço do ponto-de-venda. "O principal é se engajar com o seu cliente. Estar onde poderão prestar um serviço de qualidade. Se o segmento for moda, é preciso ajudar quem tem dúvidas sobre como se vestir e não ter apenas uma página bonita na internet", ensina Pripas.

Apesar do sucesso e do crescente número de adeptos às redes sociais, é possível ganhar mercado na internet investindo em sites corporativos. "Não recomendo entrar nas redes sociais sem uma estratégia clara do que fazer. Ao entrar neste ambiente é preciso ter consistência porque a empresa será comentada. Felizmente, as companhias estão deixando de digitalizar o catálogo para ter uma presença mais madura na web", completa Pripas.

McDonald's 'transforma' internautas em ogro

Ação faz parte da promoção da rede inspirada no novo filme de Shrek


Rio de Janeiro - A rede McDonald's preparou novidades para os fãs do personagem Shrek nos 577 restaurantes do País. Duas semanas antes da estreia do filme "Shrek Para Sempre", os consumidores encontrarão surpresas do McLanche Feliz inspiradas nos personagens do quarto e último episódio criado pela Dreamworks, em versão 3D. Também haverá campanha em PDV, TV, e forte aposta no meio digital, com site que transformará internautas em ogro.

O McLanche Feliz contará com dez surpresas. Inspiradas nesta nova trama, as surpresas emitem sons e frases dos principais personagens no quarto e último filme da série: Shrek, Burro, Princesa Fiona, Gato de Botas, Biscoito, Três Porquinhos, Dragão, o Pequeno Marionete de Madeira, Brogan, um guerreiro do exército da princesa Fiona, e o duende Rumpelstiltskin.

Já o público adulto poderá experimentar, a partir do dia 1º de julho, o Super Cheddar Peperoni, hambúguer 100% carne bovina com queijo cheddar e fatias de pepperoni, e um molho especial para acompanhar as famosas McFritas, a base de rúcula.

Para incrementar a campanha McLanche Feliz "Shrek Para Sempre", foram desenvolvidas lâminas de bandeja e os clientes poderão tirar fotos em displays instalados nos restaurantes com os personagens. Pais e filhos terão atividades lúdicas inspiradas nos personagens do filme, além de orelhas que reproduzem as do personagem Shrek e pulseiras temáticas. A campanha também envolve filmes publicitários e principais veículos na Internet.

A campanha também ganhou um site personalizado, que contará com jogos e brincadeiras envolvendo o personagem. A principal novidade é a ferramenta que transforma a foto do internauta em um ogro. As mães também ganharam um endereço especial, para ampliar a interatividade com a família. A empresa também vai promover ações de relacionamento no Twitter, no endereço @mcdonalds_br.



quarta-feira, 30 de junho de 2010

Fabricantes terão 6 meses para alertar sobre riscos de alimentos

Brasília - Os fabricantes de alimentos e bebidas têm o prazo de seis meses para se adequar às novas regras impostas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para as propagandas dos produtos com grande quantidade de açúcar, gordura saturada ou trans e sódio.

Com a nova resolução da Anvisa, publicada hoje (29), a agência quer inibir o consumo excessivo desses alimentos e bebidas. As empresas serão obrigadas a apresentar alertas nas propagandas sobre os riscos à saúde do consumo excessivo.

No caso dos alimentos ricos em açúcar, o alerta deverá aparecer da seguinte maneira: “O [nome da marca] contém muito açúcar e, se consumido em grande quantidade, aumenta o risco de obesidade e de cárie dentária”. Para os alimentos sólidos, o alerta é válido para aqueles com mais de 15 gramas (g) de açúcar por 100 gramas do produto.

A chamada é obrigatória também para as bebidas com mais de 7,5g de açúcar a cada 100 ml – no caso, refrigerantes, refrescos, concentrados e chás prontos. De acordo com a Anvisa, os alertas devem aparecer nas propagandas de TV, rádio, impresso, internet e, inclusive, em amostras grátis, cupons de desconto, patrocínio e campanhas sociais.

As empresas, os anunciantes, as agências de publicidade e os veículos de comunicação que descumprirem as exigências sofrerão punições - desde notificação, interdição a pagamento de multa, que poderá variar de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão.

As crianças são o principal foco das novas regras da Anvisa, por ser o público mais vulnerável ao consumo exagerado dos alimentos e bebidas com quantidade elevada de açúcar, gordura e sódio.

Estudos internacionais revelaram que a vontade das crianças pesa na escolha de até 80% do consumo alimentar de uma família. Uma pesquisa recente do Ministério da Saúde constatou que mais de 46% da população brasileira está acima do peso – o que estaria diretamente ligada à queda da ingestão de frutas, verduras e outros alimentos saudáveis e o aumento do consumo de produtos industrializados e refeições prontas.

Folha assume erro em peça publicitária do Extra

Jornal lamenta o equívoco e diz que publicará anúncio-errata na edição de amanhã


São Paulo - O jornal Folha de S.Paulo divulgou nesta tarde uma nota de esclarecimento em que assume o erro na veiculação do anúncio assinado pela rede de varejo Extra. A peça publicitária, publicada no Caderno Copa de hoje, sugere a eliminação da equipe brasileira do Mundial da África.

O comunicado da Folha diz:

"A Folha de S.Paulo esclarece que no dia 29/6/2010, no Caderno Copa 2010, pág D11, foi publicado equivocadamente um anúncio do Hipermercado Extra, devido a problema ocorrido na área de inserção de anúncios. Lamentamos o erro."

Por meio de seus perfis no Twitter, Abílio Diniz, presidente do conselho de administração do Grupo Pão de Açúcar, e Extra também pronunciaram-se. O primeiro, pedindo desculpas pela veiculação errônea, e o segundo, publicando o anúncio correto.

De acordo com a Folha de S.Paulo, um anúncio-errata será publicado na edição de amanhã do Caderno Copa do jornal.



Abilio lamenta anúncio que 'eliminou' Brasil e culpa Folha

Pelo Twitter, Diniz pede desculpas. Rede Extra também se pronunciou, divulgando anúncio correto


São Paulo - Em seu perfil no Twitter, Abilio Diniz lamentou o anúncio assinado pela rede Extra, do Grupo Pão de Açúcar, publicado nesta manhã pela Folha de S.Paulo. Diniz atribuiu ao jornal a culpa pela veiculação da peça errada.

Em seus tuítes, seguidos por quase 25 mil pessoas, o presidente do Conselho de Administração do Grupo Pão de Açúcar diz:

"Ontem o Brasil fez o melhor jogo na #Copa. Infelizmente, a Folha de SP cometeu um grave erro com o anúncio do Extra, o que é inadmissível.

Estou do lado dos que se indignaram com o anúncio publicado erroneamente pelo jornal.

Não compartilhamos com a impunidade e tomaremos as providências, que não eliminarão o erro, mas irá responsabilizar os culpados.

Como Pres. do Conselho de Adm. do GPA peço desculpas, em meu nome e do Grupo, aos brasileiros e, principalmente, aos jogadores da seleção."

A rede Extra também se pronunciou através do perfil @tudoextra, divulgando inclusive o anúncio correto, que deveria ter sido publicado hoje no lugar do atual. A rede de varejo diz-se "indignada com o erro da Folha de S.Paulo na publicação do anúncio".

Na edição de hoje da Folha de S.Paulo, um anúncio assinado pelo Extra 'despedia-se' da Seleção da Copa de 2010. O Grupo Pão de Açúcar, dono da rede de varejo Extra, é patrocinador Oficial da Seleção Brasileira até o fim da Copa de 2010.

Anvisa restringe publicidade de comidas gordurosas e com açúcar

Rio de Janeiro - A publicidade de alimentos com alto teor de gordura e açúcar terá que incluir alertas sobre os riscos que seu consumo excessivo pode trazer à saúde, segundo um regulamento divulgado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicado hoje no "Diário Oficial da União".

As normas para a publicidade e a propaganda serão aplicadas sobre produtos que contêm quantidades elevadas de açúcar, gorduras saturadas, gordura trans e sódio, assim como bebidas com baixo teor nutricional.

A regulamentação abrange desde refrigerantes e concentrados para preparar sucos até salgadinhos industrializados, bolos e biscoitos, além de bebidas com cafeína ou qualquer substância que atue como estimulante do sistema nervoso central.

Segundo a Anvisa, as propagandas destes alimentos deverão agora informar sobre o tipo de problemas à saúde que podem ser causados por seu consumo excessivo.

Dessa forma, as propagandas de produtos com excesso de gordura trans terão que advertir que o componente eleva as chances de desenvolver problemas cardíacos e as sobre os alimentos com alto teor de gordura saturada terão que informar que ela aumenta o risco de diabetes.

Da mesma forma, a publicidade sobre alimentos com elevados níveis de sódio terá que alertar sobre os riscos para a pressão sanguínea e para o coração, assim como a de produtos com muito açúcar deve advertir sobre obesidade e cáries.

Segundo a Anvisa, a regulamentação foi adotada para "coibir práticas excessivas que levem o público, em especial o infantil, a padrões de consumo incompatíveis com a saúde e que violem seu direito à alimentação adequada".

Os fabricantes dos produtos afetados pelas normas têm um prazo de 180 dias para adaptar-se às regras.

Anúncio do Extra na Folha 'tira' a Seleção da Copa

Para Pão de Açúcar, erro foi da Folha. Para a Folha, a veiculação ainda está sendo apurada


São Paulo - A rede Extra veiculou na Folha de São Paulo de hoje um anúncio em que se despede da Seleção Brasileira na Copa da África. O anúncio diz: "A I qembu le sizwe sai do Mundial. Não do coração da gente. Na África, no idioma Zulu, I qembu le sizwe é SELEÇÃO. Valeu, Brasil. Nos vemos em 2014."
Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa do Grupo Pão de Açúcar, da qual a rede Extra faz parte, afirmou ter sido uma falha humana por parte da Folha de São Paulo. Segundo a assessoria, foram enviados dois anúncios, um para o caso de derrota da Seleção e outro para ser utilizado em caso de vitória. O anúncio publicado foi, por engano, o de derrota. Ainda, de acordo com o Grupo Pão de Açúcar, a Folha de São Paulo fará uma retratação do erro.

Segundo o departamento comercial da Folha de São Paulo, a veiculação do anúncio ainda está sendo apurada e, por enquanto, não é possível explicar se o erro foi realmente por parte da Folha ou da PA Publicidade, house do Grupo Pão de Açúcar.

O Grupo Pão de Açúcar é patrocinador oficial da Seleção Brasileira até o fim da Copa da África através da marca Extra.

Anvisa regulamenta propaganda de alimentos e bebidas

Brasília - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou hoje (29) no Diário Oficial da União regulamento sobre a propaganda e publicidade de alimentos com quantidade elevada de açúcar, gordura saturada, gordura trans e sódio, e de bebidas com baixo teor nutricional. Segundo o texto, as peças publicitárias devem conter um alerta sobre os riscos à saúde provocados pelo consumo excessivo dessas substâncias.

Elas devem informar, por exemplo, que a ingestão de alimentos com muita gordura trans eleva as chances de doença do coração, assim como no caso da gordura saturada, que aumenta também os riscos de diabetes.

O consumidor deve ser informado ainda de que alimentos com quantidade elevada de sódio aumentam o risco de pressão alta e de doenças do coração.

A medida adotada pela Anvisa também vale para os refrigerantes, refrescos artificiais e bebidas ou concentrados para o preparo de bebidas à base de xarope de guaraná ou groselha e chás prontos para o consumo. O regulamento deve ser aplicado ainda nos caso de bebidas adicionadas de cafeína, taurina, glucoronolactona ou qualquer substância que atue como estimulante no sistema nervoso central.

O regulamento foi adotado com o objetivo de coibir práticas excessivas que levem o público, em especial o infantil, a padrões de consumo incompatíveis com a saúde e que violem o direito à alimentação adequada.

Califórnia estuda transformar placas de veículos em anúncios

Não se descarta que o motorista possa obter parte do lucro que derive da publicidade

A iniciativa SB 1453, apresentada pelo senador Curren D. Price Jr., saiu adiante com o respaldo unânime dos membros da câmara. Ela requer que o Departamento de Veículos Motorizados (DMV, na sigla em inglês) do estado analise a viabilidade de utilizar um novo sistema de placas de matrículas eletrônicas.

"Esta legislação oferece uma oportunidade única de repensar como podemos usar nossos ativos básicos para ser mais eficientes e economizar custos enquanto geramos novos recursos para o estado", assegurou Price.

O dispositivo em questão, conhecido como "Digital Electronic License Plate" (DELP), permitiria a inserção de anúncios nos automóveis particulares, assim como a projeção de mensagens de advertência ou, por exemplo, de incentivo a uma equipe esportiva. Não se descarta que o motorista possa obter parte do lucro que derive da publicidade.

Os críticos desta proposta não demoraram a se pronunciar através de internet, onde alguns lembraram que as placas com mensagens distrairiam os motoristas e causariam acidentes ou que devido a seu funcionamento digital poderiam ser pirateados por "hackers" e esgotar a bateria do veículo.

Os defensores da medida disseram que as matrículas poderiam ser programadas para mostrar anúncios unicamente quando o veículo estivesse detido durante vários segundos.

Itaú usa realidade aumentada para divulgar serviços

Campanha criada pela Africa é composta por filme e anúncios

Rio de Janeiro - Depois da campanha em 3D, que permitiu ao consumidor fazer um tour virtual por uma das novas agências do Itaú, o banco mais uma vez utiliza tecnologia de ponta em seus anúncios. Agora, o Itaú apresenta a conveniência do 30 Horas com uma campanha em realidade aumentada - tecnologia de computação gráfica que acrescenta elementos virtuais ao mundo real. Trata-se de um técnica moderna e ainda pouco utilizada na publicidade. A criação é da agência Africa.

No filme, chamado "Realidade Aumentada", um garoto mostra para o seu pai o que é o Itaú 30 Horas. Para isso, coloca o código que vem no anúncio de mídia impressa em frente à webcam do computador e assiste à explicação. É como se o personagem do comercial saltasse do anúncio para detalhar que o Itaú 30 Horas é uma forma de relacionamento que está nos caixas eletrônicos, telefone, internet, celular e nas agências.

Assista ao comercial: