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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Banco do Brasil e Caixa conquistam clientes com marketing esportivo

Bancos estatais apostam no esporte para rejuvenescer suas marcas


Rio de Janeiro - O esporte remete à juventude, saúde e bem-estar. Quando o marketing se une a atividades esportivas, o resultado é, na maioria das vezes, positivo. Por isso, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal patrocinam modalidades esportivas e fazem do marketing esportivo a ferramenta ideal para se manterem jovens, saudáveis e bem preparados para buscar e conquistar novos clientes.

O BB iniciou o investimento em marketing esportivo por necessidade, já que uma pesquisa da Research International, em 1989, mostrou que a base de clientes do banco tinha faixa etária entre 50 e 65 anos, contra a média de 30 e 49 de toda a base de clientes do sistema bancário. Ou seja, caso o Banco do Brasil não renovasse sua clientela, o risco de perder participação no mercado era alto.

O "Plano de Conquista do Público Jovem" deixou claro que o esporte era a saída mais fácil para chegar aos jovens. Na Caixa Econômica Federal a história se repete. Toda a estratégia de marketing esportivo serve para rejuvenescer a marca, vincular a presença da CEF no esporte nacional e direcionar a atuação comercial a todos os brasileiros.

Banco em primeiro lugar

O sucesso do marketing esportivo do Banco do Brasil não está caracterizado apenas pelos ginásios lotados em jogos do time de vôlei do Brasil. Uma pesquisa feita pela Market Analisys Brasil em 2009 aponta o BB como a marca mais lembrada entre as empresas que estão ligadas aos esportes no Brasil. Com 15,9%, o Banco do Brasil saiu da terceira posição em 2008, quando obteve 12%, para assumir a liderança do ranking.

Em segundo lugar nos dois estudos está a Nike. A outra empresa nacional que está presente no ranking é a Petrobras. Em 2008, a estatal era líder em lembrança do consumidor e hoje ocupa a quarta posição. "Foi uma decisão estratégica de rejuvenescer a marca a trazer o público jovem. Hoje, a faixa etária dos clientes do banco tem média de 41,5 anos", explica Hugo Paiva, gerente executivo de patrocínios de esporte do BB.

A história do marketing esportivo do BB começa em 1991. O patrocínio ao vôlei de praia originou o Circuito BB de Vôlei de Praia. De lá para cá, o banco investiu e estampou sua marca nas seleções brasileiras de vôlei de quadra e de futsal e fechou contrato com a Confederação Brasileira de Ciclismo. Além disso, o BB é patrocinador dos iatistas Robert Scheidt e Bruno Prada; dos jogadores Giba (vôlei) e Falcão (futsal); do ex-atleta Gustavo Kuerten, do Instituto Gustavo Kuerten e de seus projetos de desenvolvimento do tênis. A Escola de Vôlei do Bernardinho e ex-medalhistas olímpicos completam a lista de investimento em marketing esportivo do Banco do Brasil.

CEF incrementa investimento

Já a Caixa Econômica realiza um processo de incremento na atuação em marketing esportivo desde 2001 e hoje possui uma gerência específica para responder pelos contratos de patrocínio. A partir de 2004, a CEF intensificou sua presença em esportes de carona no ano em que as Olimpíadas aconteceram em Atenas, na Grécia.

O bom rendimento do Brasil naquele ano inspirou a Caixa a investir no Comitê Paraolímpico Brasileiro. Em 2005, o banco fechou o patrocínio aos jogos PanAmericanos e na temporada seguinte foi a vez da ginástica artística, rítmica e do trampolim entrarem para o time da CEF. "Ano a ano incrementamos os patrocínios", afirma Gerson Bordignon, gerente nacional de promoções, cultura e esporte da Caixa.

A Caixa Econômica tentou ir além. O objetivo do banco era patrocinar o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, mas a entidade - e nenhuma outra - não poderá ser patrocinada quando esta for a organizadora do evento, segundo o Comitê Olímpico Internacional (COI).

Planejamento para 2010

O retorno sobre as ações de marketing esportivo da CEF não visam somente a evidência da marca do banco. A empresa governamental investe não só em atletas de alto nível, como também em esportes amadores e jovens talentos. Prova disso são os 20 centros de excelência para treinos de ginástica para descobrir novos atletas pelo Brasil. "Toda esta estratégia serve para rejuvenescer a marca, vincular a presença no esporte com a atuação comercial e trazer cada vez mais clientes jovens", aponta Bordignon.

O critério usado pela CEF para escolher atletas e modalidades para patrocinar é feito a partir de uma análise da Confederação baseada em seu índice e a escolha de uma categoria é feita pelos resultados do rendimento dela. Apesar disso, desde 2007, o banco não amplia o número de modalidades patrocinadas. Nem em ano de Copa do Mundo a CEF se inspirou em novos contratos. "Este ano pretendemos sedimentar alguns programas. Não vamos ampliar modalidades e sim dar suporte para o treinamento dos atuais atletas", explica o gerente nacional de promoções, cultura e esporte da Caixa.

No Banco do Brasil, as ações de marketing esportivo geram relacionamento com colaboradores e clientes. O Circuito BB de Vôlei de Praia é o grande instrumento para estas ações. O banco oferece todo ano um campeonato interno de vôlei para seus funcionários. A instituição oferece ainda um espaço reservado para seus clientes em jogos oficiais do Circuito BB de Vôlei de Praia. O encontro entre as duas modalidades ocorre justamente na final do campeonato de vôlei. Tanto o interno quanto o Circuito. "A final dos dois campeonatos acontece na mesma data e local. Esse ano será em Búzios, no Rio de janeiro", conta Paiva.

Para o Banco do Brasil, o retorno do investimento em marketing esportivo é mais do que estampar a marca em um uniforme. "Ser a marca mais lembrada do esporte hoje é um resultado fantástico", diz Hugo Paiva, do BB. Em troca, o banco é autorizado a usar a imagem de atletas em campanhas publicitárias, como é o caso de Giba, jogador da seleção de vôlei e garoto propaganda do Banco do Brasil, e o iatista Robert Scheidt, que empresta sua imagem para o serviço Estilo do banco.

Visa lança pagamento por iPhone

Solução permite efetuar transações aproximando aparelho do terminal de pagamentos

Rio de Janeiro - A Visa lança a opção de pagamento sem contato para iPhone, resultado de uma parceria com a DeviceFidelity. A solução In2pay permite que a transação seja efetuada quando o consumidor aproxima o iPhone do terminal de pagamentos. A novidade atende desde a compra de mercadorias em lojas varejistas e quiosques sem atendimento, ao pagamento de pedágios, passagens de transporte público e até acesso a locais que possuem sistema de entrada.

A solução In2Pay foi concebida para permanecer integrada ao iPhone e possui um micro-slot USB para que o usuário sincronize e recarregue o seu aparelho. Projetos pilotos com o iPhone habilitado para pagamentos Visa payWave devem começar mundialmente a partir do segundo trimestre de 2010.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Sony exibirá conteúdo 3D no Rio durante Mundial

Brasileiros poderão assistir de graça aos melhores momentos de jogos, durante a Fifa Fan Fest, em Copacabana

Os brasileiros que quiserem ter seu primeiro contato com a tecnologia 3D e, melhor ainda, durante o maior evento do futebol mundial, a Copa do Mundo, terão a oportunidade de fazê-lo de maneira gratuita nas areias de Copacabana.

Isso porque a Sony lançou o projeto "3D Experience Pavilions", que permitirá às pessoas assistirem aos melhores momentos de alguns jogos da Copa do Mundo durante as chamadas Fifa Fan Fest, eventos que exibirão partidas ao vivo (em 2D) e que ocorrerão em seis cidades ao redor do mundo, incluindo o Rio de Janeiro (confira a foto do projeto do pavilhão brasileiro).

Além do futebol, as pessoas terão contato com outros conteúdos 3D, como clipes musicais, filmes e jogos do grupo Sony. A empresa havia anunciado recentemente a iniciativa de captar 25 partidas da Copa em 3D. Esses melhores momentos serão vistos posteriormente em lojas da Sony ao redor do mundo e serão comercializados em Blu-Ray.

Antes de chegar às seis cidades (Berlim, Cidade do México, Paris, Roma e Sidney são as outras) a partir de 11 de junho, data do jogo de estreia entre África do Sul x México, a praça Nelson Mandela em Johanesburgo terá uma premier no dia 9.

Segundo a Sony, o conteúdo naquele local inclui o clipe oficial da Copa do Mundo, "Waka Waka (This Time for Africa)", de Shakira e o grupo sul-africano Freshlyground. Outras atrações são apresentações em 3D mostrando bandas que tocam no álbum "Hello Afrika", da Sony Music, como Lira, Freshlyground e Vusi Mahlasela.

A Fifa Fan Fest no Rio de Janeiro está confirmada para as areias de Copacabana, e ficará aberta todos os 31 dias da Copa, com expectativa de receber em média 20 mil pessoas diariamente. A entrada é franca. "Este evento será uma grande oportunidade para iniciarmos a contagem regressiva para 2014. Estamos ansiosos por ele e saudamos a todos que queiram torcer conosco na praia de Copacabana", afirmou em comunicado no site da Fifa o presidente da Riotur Antônio Pedro Figueira de Mello.

Sony lança comercial de 3D "falso" com Kaká
Ainda na linha 3D, a Sony lançou um comercial criado pela Anomaly que brinca com a tecnologia, com participação do jogador brasileiro Kaká.

A imagem aparece com as características de quem assiste a uma atração em 3D sem os óculos, com duplicidade de sinais. A mensagem, naturalmente, é "Talvez seja hora de comprar uma TV em 3D".

Dentre as cenas, jogadas de Kaká, um carro pegando fogo e um homem fazendo musculação. A ação estreia no Reino Unido no dia 11 de junho, quando ocorre o primeiro jogo da Copa.

Confira a peça aqui, no site do The Guardian.

Brasil tem de pensar mais nas novas mídias

Em conferência do WPP feita no Rio de Janeiro, que teve a presença do jogador Ronaldo, Martin Sorrell, o CEO do grupo, salientou que é preciso enfatizar as redes sociais e disse que esta é a década da AL

A abertura da conferência do grupo WPP no Brasil nesta terça-feira, 25, no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, teve como destaque a presença do jogador Ronaldo, que falou da importância da realização da Copa do Mundo em 2104 e das Olimpíadas, em 2016, para o crescimento do Rio e do País.

Ronaldo apareceu no meio da plateia e foi aplaudido pelos cerca de 300 executivos que fazem parte do grupo e clientes da WPP. Ao subir ao palco, disse que viu com emoção os vídeos apresentados anteriormente sobre o Brasil e inclusive o de Ricardo Teixeira, com quem ele mesmo disse que acabou de fazer as pazes.

"Espero contribuir para a realização da Copa. Os próximos anos serão muito importantes para o País. Saí do Brasil aos 17 anos e vi a evolução do futebol mundo afora. E também o quanto é importante a Copa do Mundo para o desenvolvimento dos países. Barcelona mudou após a Copa. Temos duas oportunidades de evoluir. O Brasil é carente de estrutura e organização de eventos. Mas do nosso jeito vamos fazer a melhor Copa do Mundo e as melhores Olimpíadas", disse Ronaldo, desculpando-se por não ter desenvoltura em falar com plateia "tão grande".

"Devo estar sendo julgado porque não estou acostumado a falar para tanta gente. Agradeço o Sergio Amado e Fernando Musa, da Ogilvy. Agora, vou chamar um inglesinho que acha que a Inglaterra vai ganhar a Copa, o big boss Martin Sorrell", completou Ronaldo, que entregou uma camisa oficial da seleção brasileira ao CEO da WPP, que tirou o terno e a vestiu imediatamente.

Sorrell disse que o "inglesinho" citado por Ronaldo certamente tinha a ver com sua estatura. Pediu desculpas por não falar em português, justificando que em seu país as habilidades linguísticas são limitadas. Citou números de crescimento do PIB em outras nações com a realização de Jogos Olímpicos e Copas do Mundo e disse que o Brasil tem de pensar mais seriamente em novas mídias porque o trabalho nesse segmento por aqui ainda é fraco.

"Nosso orçamento aqui para novas mídias leva de 7% a 8% da receita. Mas é preciso pensar em novas mídias no Brasil, onde o trabalho ainda é fraco.É preciso enfatizar as redes sociais. Poucos eventos têm escala como esse. O público da TV aberta ainda é importante e o poder da midia antiga ainda se sente na América Latina, Ásia, Europa Ocidental e Oriente Médio. Para anunciantes, eventos como esses são oportunidades caras mas que trazem retorno. É necessário manter ações continuadas para garantir esse retorno", explicou.

Sorrell falou também sobre a importância econômica do evento. "A Copa e as Olimpíadas são dois eventos importantes e marcam a segunda década do novo milênio, a década da América Latina. Um banco norte-americano indica que os países sede da Copa aumentam em 25% suas exportações. Os Jogos Olímpicos estima crescimento de 1,5% do PIB e no caso do Brasil, 3%. Eles contribuem para o superávit e para o crescimento do PIB. O Brasil hoje é um jogador economicamente e do ponto de vista político e social. É preciso dar continuidade a isso após o período eleitoral", disse.

Google e Twitter revelam suas políticas publicitárias

Enquanto o Google revela a divisão de suas receitas na área, o Twitter reafirma controlar a comercialização de seus espaços

Com a intenção de demonstrar transparência, dois players pesos-pesados da internet fizeram anúncios oficiais relativos a suas práticas comerciais. Em nota do vice-presidente de gerenciamento de produtos, Neal Mohan, em um dos blogs oficiais da empresa, o Google revelou as divisões de receitas geradas por anúncios vinculados a seus mecanismos.

Há duas categorias. No caso dos anúncios vinculados em páginas de conteúdos publicados por terceiros (AdSense for Content), os produtores do conteúdo ficam com 68% da receita. Já nos anúncios vinculados a sua página de busca (AdSense for Search), essa proporção fica em 51%.

Segunda a nota, as porcentagens permanecem as mesmas desde 2003, para o AdSense for Content, e desde 2005, para o Ad Sense for Search. "Não podemos garantir que essa divisão de receitas nunca mudará, mas não temos planos correntes para fazer isso", afirmou Mohan.

O Twitter postou também em seu blog um manifesto sobre seus novos Termos de Serviço, no qual atualiza suas políticas publicitárias. Na declaração - em que se destaca a expressão "claridade" -, a companhia reafirma controlar a comercialização dos espaços em suas páginas e que não permitirá a publicação de anúncios gerados por terceiros.

Dr. Oetker fecha acordo com a Disney

Serão 38 produtos associados ao sucesso infantil Toy Story 3, que estreia no cinema em 25 de junho

A Dr. Oetker fechou acordo de licenciamento com a Disney/Pixar no Brasil. A partir de maio serão 38 produtos associados ao sucesso infantil Toy Story 3, que estreia no cinema em 25 de junho. Todas as embalagens de sobremesas terão imagens dos personagens do filme de animação. Serão seis meses de campanha, que incluem embalagens interativas, lançamento de um novo produto, lançamento de um site infantil, além de mídia online e na TV.

Todas as embalagens terão, na parte de trás, brincadeiras como jogo de memória, quebra-cabeças, paper-toy, marcador de livros e porta-retrato, sempre com os personagens do Toy Story 3 envolvidos na bagunça. Outros produtos, também da linha sobremesas, vão trazer adesivos colecionáveis dos brinquedos, são 20 modelos diferentes. Outro contém avisos de porta com mensagens como: "Só entra quem é da turma", "Quarto bagunçado", e outros.

Para que os produtos sejam bem visados haverá um forte apoio nos pontos de venda com imagens do desenho. De acordo com Letícia Barabba, gerente de produtos da marca, essa associação busca "fortalecer o vínculo com as crianças, atrair novos consumidores e o rejuvenescimento da marca".

Aproveitando essa estratégia de marketing, a Dr. Oetker aproveita para lançar um novo produto, o Gela-Gelô, já com Buzz Lightyer e Woody nas embalagens. O site, outra novidade, já está no ar com diversos jogos. Entre eles, o Estúdio de Brinquedos em que é possível adicionar elementos dos personagens em fotos próprias e salvá-las. "O exclusivo endereço eletrônico da Dr. Oetker é uma aposta da empresa no potencial do mercado infantil", revela Letícia.

As campanhas publicitárias estão em produção pela Walt Disney em conjunto com a Leo Burnett. São vinhetas de 15 segundos previstas para serem veiculadas a partir do dia 15 de junho em canais de televisão como Disney Channel. E a partir de 25 de junho nas salas de cinemas que exibirão o filme Toy Story 3. A campanha compila também ações de merchandisign no programa Zapping Zone, do Disnet Channel.

A Dr. Oetker tem licença para usar os personagens do Toy Story até outubro. Diferente das outras ações de marketing, o site infantil continuará no ar(mesmo após o licenciamento com a Disney/Pixar), porém com novo layout e novo conteúdo.

Globo faz acordo com quatro grandes do Paulistão

Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos vão receber R$ 9,5 milhões pelos direitos de transmissão do campeonato de 2011, 26% a mais do que pago para este ano

Será formalizado nesta terça-feira, 25, o acerto entre os quatro principais clubes paulistas e a TV Globo referentes aos direitos de transmissão que serão pagos pelo Campeonato Paulista de 2011. Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos receberão R$ 9,5 milhões cada. Isso equivale a um ajuste de pouco mais de 26% em relação ao que foi pago para o campeonato deste ano (R$ 7,5 milhões).

A reunião que selará o acordo terá a presença de Octávio Florisbal (diretor geral da TV Globo), Marcelo Campos Pintos, do diretor da Globo Esportes, e dos presidentes de clube Luiz Gonzaga Belluzzo (Palmeiras), Juvenal Juvêncio (São Paulo) e Luís Álvaro de Oliveira (Santos), além de Luís Paulo Rosenberg representando o presidente corinthiano Andrés Sánchez, que está em Curitiba como chefe da delegação da seleção brasileira, mas que já deixou sua assinatura no contrato.

O final de Lost foi um evento?

A audiência foi bem menor do que outras séries, mas o engajamento do público garantiu anunciantes a altos preços

O episódio final de "Lost" foi longo e com um final complexo e emotivo. Mas ele não chegou a obter índices de audiência próximos da série NCIS. Mas talvez isto seja um indicativo de uma nova televisão: "Eventos" que não são os mesmos de anos anteriores.
A transmissão da ABC do capítulo final de "Lost" atraiu aproximadamente 13,5 milhões de pessoas, de acordo com dados preliminares da Nielsen, sendo que a rede cobrou até US$ 950 mil por um comercial de 30 segundos.

O número de audiência ficou longe dos 19,2 milhões que viram o "Dancing With the Stars" na ABC na semana terminada em 16 de maio, ou os 17,2 milhões que viram na mesma ocasião ao "NCIS" na rede CBS.

Além disso, os 13,5 milhões acabaram sendo bem menos do que os 76,3 milhões de "Seinfeld" ou os 52,5 milhões de "Friends".

Mas de alguma maneira, Lost foi sim um sucesso. A audiência final acabou sendo maior do que a media. Na mesma semana de 16 de maio, Lost havia atingido 10,3 milhões de pessoas.

Sob uma outra óptica, o nível de audiência de Lost traz uma interessante verdade sobre a TV: os anunciantes parecem pagar mais para programas que não tenham a maior audiência, mas que possuam o público mais envolvido.

Com uma audiência que busca novas maneiras de consumir vídeos - por exemplo, via downloads no iTunes ou DVR´s - não é surpresa que os programas que antes atraíam dezenas de milhões de pessoas não passem muito dos 10 milhões agora.

A ABC, claramente, favoreceu a acomodação de alguns anunciantes. Antes do começo da temporada, a Verizon patrocinou segmentos promocionais durante os comerciais que lembravam aos fãs leais sobre "Lost". E no final, Target veiculou comerciais que se aproveitaram de histórias da atração. A popular "fumaça negra", por exemplo, apareceu em uma ilha para lembrar que os detectores de fumaça na rede varejista custa apenas US$ 10,99.

Podemos discutir se os números de "Lost" transformaram a atração em um "evento". Mas as concorrentes deram mais força a essa tese quando na própria noite de segunda-feira, a FOX transmitiu um final de duas horas para "24 Horas" e a NBC levou ao ar um final de duas horas de "Chuck".

Do Advertising Age.

Comercial da Target durante o episódio final:

Vote na Web vai aos Estados Unidos

A ferramenta conta com mais de cinco mil pessoas cadastradas e mais de 100 mil votos nos projetos

A WebCitizen vai representar o Brasil no Gov 2.0 Expo, que acontece entre esta terça-feira, 25, e a quinta-feira 27, em Washington (EUA). Fernando Barros, sócio fundador, e André Blas, diretor de relacionamento, vão apresentar nesta terça-feira o Vote na Web (clique aqui), ferramenta que busca aproximar os cidadãos das propostas parlamentares, ao simplificar e esclarecê-las. Lançada no final de 2009, ela conta com mais de cinco mil pessoas cadastradas e mais de 100 mil votos nos projetos.

Em 2009, os fundadores da WebCitizen estiveram presentes ao evento falando como funcionaria o projeto. No final do mesmo ano, foram convidados pelos organizadores do Gov 2.0 para inscreverem o projeto, que concorreu com cerca de dez outros e acabou sendo um dos escolhidos, segundo Barros.

O networking do ano passado também colaborou na expansão do projeto que deve entrar em outras regiões: Israel, Estados Unidos, Itália e Colômbia. "Algumas pessoas nos procuraram para levar o Vote na Web para outros lugares. O WebCitizen já está em negociação com estes quatro países", explica Barros. Nesses casos, a empresa libera a tecnologia sem custos. Mas caso alguém queira utilizar a plataforma com fins lucrativos, outro tipo de negociação é realizado. A WebCitizen estuda ainda parcerias em escala estadual.

A empresa pretende apresentar ainda dois outros aplicativos. Um pretende atacar um problema apontado como grave pela sociedade brasileira, a falta de memória. A ferramenta será uma "memória eleitoral" para os cidadãos acompanharem os seus políticos. O outro irá ao caminho de dar possibilidade de defesa às pessoas quando atacadas via YouTube, pois permitirá a confrontação entre vídeos, uma forma de deixar aos usuários a decisão final.

"A intenção é que o brasileiro participe mais da vida política e não só de quatro em quatro anos. Que ele saiba dosar a real importância de estar próximo a isso", define Fernando Barros.

Vai chover Twix

Chocolate promove ação viral na web que culminará com uma chuva do produto em avenida paulistana

Uma chuva de chocolate em plena Avenida Paulista, coração de São Paulo. O que parece um sonho irá se tornar realidade no dia 30 de maio, em uma ação publicitária do chocolate Twix.

Criada pela agência Caju 68, o fenômeno "natural", na verdade, começou há algumas semanas, na internet. Para instigar o público, a agência disseminou uma campanha viral nas redes sociais, sobretudo no Twitter, YouTube e no Facebook, com histórias que remetiam para a tal chuva de Twix.

Para aguçar a curiosidade do público, a agência criou o hotsite Chuva de Twix (clique aqui para acessar) no qual narrava a história fictícia de Nicolau Lourenço Ribztein Pinto, um pesquisador que encontrou evidências da estranha chuva de chocolate em diversos locais do mundo. Diariamente, ele postava novidades e descobertas no site, indicando, finalmente, a data do "fenômeno meteorológico" no Brasil.

Para marcar o episódio final dessa história, às 14h do dia 30 de maio, uma chuva do chocolate Twix cairá na Avenida Paulista, distribuindo o produto para quem estiver passando no local.