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sexta-feira, 22 de maio de 2020

Marcas que exibem um lado humano são mais lembradas na pandemia de covid

Itaú, Ambev e Magazine Luiza estão entre as empresas que se posicionaram de forma consistente e e ganharam reconhecimento do público na crise do coronavírus

Estratégias de branding para marcas que falam (literalmente)

Bia do Bradesco, Lia da Leroy Merlin, Virtus da VW: em estágios diferentes, sistemas de inteligência artificial passam a ser incorporados à identidade das empresas 

Luiz Gustavo Pacete
20 de agosto de 2018 - 8h51

Há alguns dias, o Bradesco lançou uma campanha para apresentar ao público a Bia, seu sistema de inteligência artificial. Ela não nasceu ontem. Foi criada em 2014 e, desde então, vem sendo aprimorada. Ou, literalmente, ensinada. Apesar de ainda não ter voz, a Bia deve sair falando em breve. Nos Estados Unidos, a Erica, uma colega da Bia que trabalha para o Bank of America, já tem voz e foi incorporada ao perfil de marca. Mas qual é o grau de complexidade que uma voz adiciona ao branding?


A Erica, do Bank of America, desempenha as mesmas funções da Bia, do Bradesco, e já possui voz 
(Crédito: Reprodução)

Utilizar diversos sentidos na construção de marca já é algo conhecido dos estrategistas. Geralmente, a assinatura sonora, que é composta por música, voz e outros elementos, é algo inerente à estrutura de grandes marcas. No entanto, a ascensão da voice interaction – Alexa, Siri e outras – traz a materialização da personalidade de marca em uma dinâmica mais complexa.

“Deixamos de falar em voz de marca em sentido abstrato e passamos a viver uma experiência mais concreta – é a voz em sentido literal. Em termos de estratégia, compreende um planejamento mais abrangente e aprofundado, que adiciona a níveis básicos, como gramática e vocabulário, camadas mais complexas relacionadas à construção de uma personalidade viva, do timbre vocálico e do gênero ao humor e às emoções de forma geral”, diz Mateus Potumati, líder criativo da FutureBrand São Paulo.

Um dos pontos levantados por Mateus é que, como se trata de um algoritmo é uma entidade viva, que se adapta e evolui à medida que interage com o usuário. “A construção da persona pode direcionar a identidade verbal como um todo, incluindo a voz. A Siri, por exemplo, não é exatamente a voz da Apple, mas funciona como um guia para o universo mais amplo da marca. Ela é encarregada de fornecer o tom inicial de relacionamento, que impacta na forma como as pessoas percebem a marca nas jornadas seguintes. Ao mesmo tempo, sintetiza, reinterpreta o brand equity construído pela marca em décadas de atividade”, afirma Mateus.

Segundo Leonardo Senra, sócio e diretor-executivo da Ana Couto, o tom de voz de uma marca é um só. “Assim como a personalidade da marca deve ser uma só. Se partirmos do principio que marcas são como pessoas, possuem uma essência que as tornam únicas e um jeito de ser e pensar, então o desafio aqui é o da consistência. Assim como podemos nos comportar no digital de um jeito mais informal (o nosso lado B), para as marcas, a lógica deve ser a mesma, Cada assistente de AI deve ser um desdobramento da personalidade daquela marca. Partindo do mesmo arquétipo”, afirma.

“Em teoria, a sintetização de voz é um problema relativamente simples. A maior dificuldade no Brasil está relacionada a regionalização, vícios de linguagem, gírias e termos técnicos. Se compararmos um gaúcho com um baiano iremos perceber diferentes maneiras de se expressar, diferentes palavras, frases e isso tudo traz uma certa complexidade quando a máquina faz o processo de interpretação da linguagem natural”, diz Diego Figueiredo, da Nexo, empresa especializada em inteligencia artificial.

Diante dessa discussão, uma dúvida: Por que Siri, Alexa, Cortana e a maioria dos assistentes possuem vozes femininas? E até o Watson, sistema de programação cognitiva da IBM, virou Isabela em português? “A questão do gênero da voz para assistentes virtuais é importante, principalmente para as grandes marcas que buscam desenvolver tecnologia ‘falante’ para interagir com seus consumidores. 

Pesquisas mostram que a voz feminina é percebida como capaz de nos ajudar a resolver nossos próprios problemas, enquanto a masculina, muitas vezes, é vista como figura de autoridade que nos dá as respostas. Outra curiosidade: você já parou para pensar que a primeira voz que todos nós ouvimos na vida é feminina? Ainda no útero, a gente escuta e responde aos estímulos da voz da mãe, que é associada à nutrição e segurança”, explica Simone Kliass, locutora publicitária e pesquisadora de voz para novas tecnologias. 

“Voz, o próximo passo da Bia”


Luca Cavalcanti

Em entrevista, Luca Cavalcanti, diretor-executivo do Bradesco, fala sobre o presente e futuro da Bia:

Meio & Mensagem – Quando ela terá voz?
Luca Cavalcanti – Esse é um dos próximos passos da Bia. Internamente já existe uma voz para a Bia. Está no roadmap de desenvolvimento da plataforma e deve ser ativada em breve.

M&M- Qual o desafio de criar uma identidade para um sistema de AI?
Cavalcanti – Estamos justamente neste momento de criar a identidade da Bia. Hoje, já passam de 37 milhões de interações com mais de 7 milhões de usuários, aceitando variações regionais, gírias e abreviações. E esse é o nosso grande desafio: o Brasil é um país de dimensões continentais, com diferenças culturais e de sotaques. A Bia tem que representar o Bradesco para todas essas pessoas e gerar identificação e empatia.

M&M – Quais os planos do Bradesco para a Bia nos próximos anos? Como vocês pretendem evoluir as funções dela e os serviço que ela pode oferecer?
Cavalcanti
Temos um amplo roadmap para tirar o melhor proveito da inteligência artificial. A Bia interage com os usuários por meio do app Bradesco Celular. Originalmente, ela conseguia responder perguntas sobre 11 produtos e serviços e hoje já é capaz de responder sobre mais de 70. Nosso plano é ter um crescimento horizontal, levando a Bia para outras plataformas além do app, e também vertical, sempre ampliando sua base de conhecimento.


O futuro dos cinemas em risco

Covid-19 terá grande impacto sobre o negócio 


22 de maio de 2020 - 13h19
(Crédito: South Agency/ iStock)

Há seis meses, escrevi sobre o futuro do streaming. Naquele momento, não tínhamos a pandemia e cada serviço lutava para encontrar seu espaço em um mundo repleto de oportunidades de entretenimento. Com a chegada da Covid-19, o cenário mudou e o número de assinaturas de streaming explodiu. Netflix, Amazon Prime e Disney+ se beneficiaram de terem muito conteúdo no momento que todo mundo estava em casa.
Por outro lado, o negócio de cinema foi duramente impactado e pelo que vislumbro irá demorar para se recuperar.
 
Para que vocês entendam o impacto nas exibidoras de cinema, precisam entender que o faturamento delas geralmente vem 50% da bilheteria e 50% da venda de produtos da bomboniere e que seu principal custo geralmente vem do aluguel de espaço e funcionários.
Nestes últimos dois meses, esse negócio não teve faturamento. Diferentemente do comércio que pôde tentar uma saída pelo e-commerce ou de centros de beleza que venderam vouchers para compras futuras, as exibidoras tiveram que assistir a isso sem poder reagir, enquanto os custos de funcionários e estrutura continuam chegando todo mês. Os aluguéis foram renegociados em muitos casos, mas até quando?

Também parece que o varejo irá se recuperar mais rápido, assim que as medidas de isolamento forem sendo relaxadas, mas quem estará disposto a entrar em uma sala fechada no escuro com mais 200 pessoas durante duas horas? Com as medidas de segurança a serem tomadas, no melhor dos casos as salas poderão comportar 40% da sua lotação, ou seja, uma redução potencial de 60% na receita de bilheteria e, por consequência, na bomboniere.

Nesse modelo de negócio os pequenos exibidores sofrem bastante, pois dificilmente terão como renegociar seus aluguéis, e muitos terão que fechar suas portas. Para complicar ainda mais, a maior rede de cinemas do mundo AMC Theaters, passa por sérias dificuldades financeiras, com alto nível de endividamento e queda de mais de 90% no preço de suas ações nos últimos 2 anos.

Menos salas para exibir, significa menos bilheteria e menos receita para os estúdios, que até antes da pandemia, gastavam rios de dinheiro para lançar um filme e ficavam com apenas 50% da receita da bilheteria. Um filme como Malévola2 que custava US$ 200MM para o estúdio e tinha uma venda de tíquetes de US$ 500MM na verdade praticamente empatava seus custos, e depois seria rentabilizado ao longo dos anos no streaming, no aluguel on-demand e na venda para as TVs.

Com essa incerteza de como será a volta dos cinemas, qual estúdio irá se arriscar a lançar um filme que custa US$ 200MM com a possibilidade de reduzir em 60% as suas receitas de bilheteria? Não à toa, filmes como Mulher Maravilha 1984, Viúva Negra e o novo 007 tiveram suas estreias adiadas.
Os estúdios sempre reclamaram de terem que cumprir a “janela” de 75 dias após a estreia dos filmes no cinema para colocar o filme disponível para venda on demand. Gostariam de aproveitar o “buzz” em cima da estreia do filme para disponibilizá-lo rapidamente para aquele espectador que não vai aos cinemas.

Para tentar diminuir o prejuízo, e aproveitando as crianças em casa, a Universal lançou o filme Trolls 2 nos EUA diretamente no vídeo on demand, sem passar pelas salas de cinema. Esse modelo, em que o estúdio costuma ficar com 80% do faturamento, funcionou para o estúdio, mas foi duramente criticado pelos exibidores, que já ameaçam boicotar os novos filmes da Universal.

A Disney não ficou atrás e seu novo CEO, Bob Chapek, já admitiu que a empresa irá repensar a estratégia de lançamentos e poderá colocar alguns filmes diretamente no seu serviço Disney+, como fará com Artemis Fowl.

Os demais estúdios ainda não se manifestaram, mas a verdade é que o verão americano, que costuma ser o período de maior bilheteria do ano, já está chegando e provavelmente ainda veremos estratégias de lançamentos sendo alteradas pelos estúdios e trazendo um impacto ainda maior a um dos nossos locais de lazer preferidos.


*Crédito da foto no topo: Unsplash

Marcas de bebidas promovem festival Latinos Unidos

Com apoio de Skol Beats, Anitta se apresenta neste sábado, 23, e arrecadará doações para a Central Única das Favelas (Cufa)

22 de maio de 2020 - 11h23

Anitta se apresenta neste sábado, 23, às 20 horas (Crédito: Divulgação)

Na noite do sábado, 23, a cantora Anitta estrelará a transmissão ao vivo do festival Latinos Unidos, evento online que uniu marcas de bebidas de 12 países da América Latina para promover conteúdo e doações para instituições que estão atuando no combate a crise causada pelo novo coronavírus.

A apresentação de Anitta é promovida pela marca Skol Beats e apoiará a Central Única das Favelas (Cufa). A live será disponibilizada no canal da bebida no Youtube. O festival promete promover shows de reggaeton e pop para animar o público durante o isolamento social.

Marcas como Aguila (Colômbia), Atlas (Panamá), Barena (Honduras), Cristal (Peru), Modelo (Guatemala), Pilsener (Equador), Presidente (República Dominicana) e Victoria (México) fazem parte da iniciativa. No sábado passado, o cantor porto-riquenho Ozuna abriu o festival com a sua apresentação.


*Crédito da foto no topo: iStock

Vans promove festival online em prol dos profissionais da música

Com mais de seis horas de duração e participação de artistas como CPM22, Fresno, Lagum, Lúcio Maia, BNegão e Far From Alaska, o festival arrecadará doações para o programa Backstage Invisível


Amanda Schnaider
22 de maio de 2020 - 13h00
 

Banda CPM 22 está no line-up do festival (Crédito: divulgação)

Para fornecer entretenimento para as pessoas durante o período de isolamento social e arrecadar doações para os  profissionais da indústria musical e de eventos neste momento, a Vans lança o festival online “Vans Living Room”. Com mais de seis horas de música, conteúdos criativos e artísticos, preparado por mais de 30 artistas nacionais e internacionais parceiros da marca, a live acontecerá no dia 30 de maio a partir das 16 h na página oficial da Vans Brasil no Facebook. Entre os artistas confirmados estão: CPM22, Fresno, Lagum, Lúcio Maia, BNegão, Fresno e Far From Alaska.

Apresentado por Luka Salomão, locutora da rádio 89 FM, o programa receberá convidados especiais dos esportes de ação, da arte e da música, além de membros da extensa família criativa da marca e o Instagram da Vans terá lives com estes e com os artistas do festival. Além disso, durante a transmissão do festival, será possível fazer doações por meio de um QR Code para o programa Backstage Invisível, desenvolvido para apoiar as equipes de produção artística (roadies, carregadores, técnicos de áudio e luz, entre outros profissionais da música e dos eventos) diante dos impactos causados pela Covid-19.

Segundo Nicolas Prado, gerente de marketing da Vans Brasil o festival nasce para apoiar tanto os artistas que fazem parte da família Vans no Brasil como os profissionais do showbiz que estão impossibilitados de trabalhar em um cenário sem shows. “Performances intimistas de bandas brasileiras produzidas especialmente para o festival, captadas literalmente na sala de estar dos músicos, serão apresentadas por convidados especiais dos esportes de ação, da arte e da música da Vans Brasil ao lado de conteúdos produzidos pela Vans Global com artistas gráficos”, completa.

**Crédito da imagem no topo: Divulgação

P&G apoia hispânicos na pandemia

Anúncio “Estamos Unidos” inaugura o Mês de Ação em torno do papel desproporcional que os hispânicos têm como trabalhadores na linha de frente e vítimas da crise econômica gerada pela Covid-19

22 de maio de 2020 - 6h00
 
(*) Por Jack Neff, do AdAge

A Procter & Gamble está apoiando uma nova campanha para trazer à luz o fato de que os hispânicos estão desproporcionalmente na linha de frente da pandemia – nos dois casos, como trabalhadores e como vítimas da crise econômica.

Mais de 80% dos hispânicos nos EUA trabalham em atividades fora de suas casas, de acordo com a Fundação Somos Todos Humanos, organizadora da campanha, e 61% têm sido afetados por perda de emprego ou redução de salário durante a pandemia, segundo a Pew Research.

Assim, a Somos Todos Humanos lançou o Hispanic Star, apoiado por um comercial de 45 segundos financiado pela P&G e nomeado “Estamos Unidos” (que brinca com o próprio nome “Estados Unidos”), criado pela Circulo Creativo USA e Alma (assista abaixo). O vídeo lança o Mês de Ação, que teve início dia 21 de maio, para recrutar corporações, instituições de ajuda social e indivíduos para lidar com o impacto da Covid-19 sobre os hispânicos.

“A P&G está comprometida a usar nossa voz para ajudar a trazer luz às tremendas contribuições que as pessoas e famílias hispânicas estão dando para manter este país andando”, afirmou em um comunicado o chief brand officer, Marc Pritchard. No mês passado, a marca Old Spice também apoiou uma campanha para focar no impacto da Covid-19 sobre os afro-americanos.

O Hispanic Star inclui um website sobre o impacto da Covid-19 sobre os hispânicos, com webinars e seções onde as pessoas, empresas e organizações podem oferecer ou pedir empregos e assistência.

A Fundação Somos Todos Humanos é liderada pela diplomata suíço-mexicana Claudia Romo Edelman, que trabalhou para a Unicef, Fórum Econômico Mundial e governo dos Estados Unidos. Os projetos do grupo incluem o “The Hispanic Promise”, um movimento lançado no Fórum Econômico Mundial de 2019 para que as companhias criem ambientes de trabalho mais inclusivos para os hispânicos.

Também apoiando o Hispanic Star está o Culture Marketing Council, uma organização de trade representando a indústria de marketing, comunicações e mídia hispânicos. Os fundadores incluem IBM, Grey e Wing, com apoiadores entre os quais estão Unilever e Mars.

(*) Tradução: Roseani Rocha




Abilio Diniz participa de live realizada pela APAS

Executivo conversa com presidente da instituição e líder da Abras sobre a atuação dos supermercados durante a pandemia e o futuro do setor 

 

Por Thiago Terra - 21/05/2020
 
Um dos mais conhecidos empresários do varejo brasileiro é o principal convidado da live realizada hoje, 21, pela Associação Paulista de Supermercados (APAS) a partir das 18h.

Abilio Diniz, Presidente do Conselho de Administração da Península Participações e conselheiro do Carrefour Brasil e Global, falará sobre a importância do setor supermercadista durante e depois da pandemia, assim como o futuro dos supermercados e o papel de cada um para que o país saia da crise. O presidente da APAS, Ronaldo dos Santos, será o moderador, com participação de João Sanzovo Neto, Presidente da ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados). Acompanhe ao vivo, a partir das 18h, no canal do Youtube da APAS.


 

Cresce consumo de snacks e eletrônicos no Brasil diante da pandemia

Pesquisa feita pela Criteo registra aumento de consumo em produtos como salgadinhos, chocolates, biscoitos; jogos e aparelhos de videogame; laptops e itens para a prática de exercícios 

 

Por Thiago Terra - 20/05/2020 
 
O isolamento social está ativando as vendas online em todo o mundo e, segundo pesquisa feita pela Criteo, no Brasil, os e-commerces registram aumento de consumo principalmente em produtos como salgadinhos, chocolates, biscoitos; jogos e aparelhos de videogame; laptops e itens para a prática de exercícios.

A análise dos dados no Brasil mostra que a venda online dos supermercados tiveram crescimento de 233%, com destaque para os snacks, com aumento de 722% durante a segunda semana de abril. A venda de TVs neste período teve alta de 191%, mas o maior índice entre os itens eletrônicos são produtos relacionados a jogos e videogames, com 315% de aumento. 

Já os notebooks apresentam alta de 169% enquanto os roteadores e repetidores de sinal de internet subiram 193% em volume de vendas. Por outro lado, aparelhos para exercícios como pulseiras inteligentes tiveram alta de 513% nas vendas online, assim como material para a prática de yoga e pilates, com crescimento de 387%.

Nos Estados Unidos a pesquisa mostra que a venda de patinetes elétricos aumentou 603% e patins e bicicletas 475% e 392%, respectivamente, durante a terceira e quarta semana de abril. A pesquisa foi feita com base em um banco de dados de 80 países, 2 bilhões de compradores mensais ativos e mais de 20 mil plataformas de e-commerce.

Centennials e Millennials são os que mais compram online em pandemia

Pesquisa da Kantar mostra que vendas online aumentaram 3,3% na América Latina 78% dos consumidores continuarão usando o e-commerce no futuro, enquanto no Brasil, índice chega a 82%.


Por Thiago Terra - 19/05/2020 

Os brasileiros com idade entre 18 e 34 anos são os que tiveram maior índice de compras online desde o início da pandemia, segundo pesquisa feita pela Kantar. Os Centennials e Millennials, registraram aumento de 39%, mais do que a população geral (32%), assim como os consumidores entre 35 e 54 anos (30%) e os com mais 55 anos (24%). Além disso, a pesquisa mostra que 47% deste público deve aumentar os pedidos em e-commerce se comparado ao mês anterior.

De acordo com a nova análise do Barômetro Kantar COVID-19, sobre as influências do coronavírus no dia a dia das pessoas, as gerações Centennials (18-24 anos) e Millennials (25-34 anos), juntas, somam 48% de consumidores que acreditam que as marcas precisam servir de exemplo e guiar a mudança. 

Em relação ao consumo de mídia, 63% do público entre 18 e 34 anos assistem mais TV tradicional, contra 22% das pessoas com 55 anos ou mais, e 58% deles começaram a usar serviços de streaming.

A pesquisa também aponta para o número de jovens tentando fazer a própria cozinha (61%).
O estudo da Kantar mostra que as vendas online aumentaram 3,3% na América Latina considerando a semana de 6 de abril com a semana de 9 de março. Entre os consumidores latino-americanos, 78% continuarão usando o e-commerce no futuro e, só no Brasil, este índice chega a 82%. 

A pesquisa foi feita com 500 brasileiros a partir de 18 anos de idade, entre os dias 13 e 16 de março; 27 e 31 de março; e 13 a 16 de abril de 2020. A sétima edição do Kantar Thermometer já está disponível no site.

Veja também:
Análise Comportamental dos Centennials no Brasil
Como transformar a relação com os Centennials em vendas

Centauro cria projeto com jogadores de futebol para combater Covid-19

Varejista e jogadores de futebol de diferentes clubes do mundo oferecem camisas para arrecadar fundos que ajudem na compra de materiais médicos e as famílias afetadas pela pandemia

Por Thiago Terra - 12/05/2020 
 
 
A Centauro se juntou a jogadores de futebol para promover o combate ao Covid-19 com o projeto Desafio Corona. Mais de 150 atletas de diferentes clubes do mundo doaram camisas para a ação e a venda delas ajudará a arrecadar fundos para auxiliar famílias e contribuir com a compra de materiais médicos.
A marca oferece sua expertise em logística para fazer e entrega das camisas aos compradores sem taxas de frete. Além das camisas doadas para o projeto, a Centauro disponibiliza mais de 80 produtos no site do Desafio Corona. A ação arrecadou mais de R$ 117 mil com parte do valor destinado a instituições, entidades e hospitais no Brasil.