Em ação no Twitter, marca conhecida por seu ketchup envia hambúrgueres em troca de engajamento na rede social
Por Da Redação (EXAME)
Publicado em: 28/05/2020 às 09h49 - Alterado em: 28/05/2020 às 13h45
Dia do Hambúrguer: Heinz aproveita a data para promover ação de marketing (Unsplash/Divulgação)
Se você gosta de hambúrguer, saiba que esta quinta-feira, 28, é o dia dele — e você pode comemorar a data na faixa. Isso porque a Heinz aproveitou a ocasião para fazer uma ação de marketing pelo Twitter.
Seguidores da marca na rede social devem interagir com o perfil da
Heinz, marcando seis pesssoas nos comentários. A ideia é que as iniciais
dos usuários escolhidos formem a palavra ‘burger‘.
A ação integra o festival Burger em Casa, e os participantes devem
receber sanduíches de restaurantes que aderiram ao festival. As entregas
são limitadas à cidade de São Paulo.
Mais de 200 restaurantes, bares e hamburguerias de todo o país entraram
no festival, e oferecem sanduíches especiais a partir de R$10 e combos a
partir de R$25. Entre os participantes, 20 casas desenvolveram molhos
exclusivos à base de produtos Heinz.
O período sem jogos e treinos, acrescido da crise, tem levado clubes e patrocinadores a buscarem alternativas para compensar a perda financeira provocada pela crise do coronavírus. Afinal, contratos, firmados antes da pandemia, tinham a exibição da marca como motivação óbvia. No momento atual, porém, não há praticamente retorno do investimento realizado por causa da falta de visibilidade.
A tendência, inclusive, é de que o cenário de dificuldade se mantenha
mesmo quando for possível a retomada das competições. Como o calendário
estará apertado pelo período de paralisação dos torneios, da exposição
perdida durante a quarentena, a recuperação das marcas vai variar entre
50% e 75%, de acordo com José Colagrossi, diretor executivo do Ibope
Repucom."O volume de exposição se dará em um período menor", afirma. "Ao
comprimir vários campeonatos, vai ter tanto jogo que teremos um
problema de televisionamento com menos jogos na TV aberta do que em uma
temporada regular", acrescenta.
É uma argumentação, portanto, contrária a de alguns clubes, que apontam a
busca pela manutenção do calendário intacto, especialmente a disputa do
Brasileirão de pontos corridos e em 38 rodadas, para convencer
parceiros a manter o apoio inalterado. "Acreditamos que o que não está
sendo entregue agora, em termos de exposição, será recuperado lá na
frente, pois o calendário não deve ser reduzido", defende Beto Carvalho,
diretor executivo de marketing do Grêmio.
Independentemente de quem está com a razão nesse debate, o fato é que as
rescisões de contrato pelos patrocinadores têm sido raras, com o caso
mais conhecido sendo o da Azeite Royal, que logo no início da quarentena
rompeu seus acordos com Flamengo, Vasco, Botafogo, Fluminense e o
Maracanã. "Foi algo totalmente isolado, o bom senso tem imperado em um
momento inédito e de estresse", avalia Fábio Wolff, sócio-diretor da
agência de marketing Wolff Sports.
O mais comum vem sendo a suspensão de contratos pelo período em que
não há a entrega comercial da exposição da marca, em geral por dois
meses, o que provoca a prorrogação dos vínculos. Ou seja, o valor
acordado será recebido mais à frente, mas a receita imediata está
perdida. Clubes e empresas, seja por acordos de confidencialidade ou
para evitar a exposição do patrocinador, evitam revelar quais contratos
foram suspensos.
Sabe-se, porém, que o Consórcio Multimarcas
"congelou" seu acordo com os mineiros Atlético e Cruzeiro, em um cenário
que se repete com alguns patrocinadores de pequeno e médio porte, como a
Marjosports, que possui acordo com o Corinthians, e a Autoridade de
Turismo da Tailândia, que apoia as divisões de base do Santos. "Tem
renegociações, mas nenhum cancelamento. A empresa deixará de pagar, mas
fará depois", explica Pedro Melo, gerente de patrocínios do Atlético-MG.
O
momento também passa pela busca de soluções, em negociações com os
patrocinadores, com a oferta de novos ativos para a manutenção do
vínculo. "Nesta hora temos de entender o momento de cada parceiro
comercial, e muitas vezes, enxergar também novas oportunidades que
aparecem. O momento não é fácil, mas temos que caminhar juntos e as
parcerias podem se fortalecer", argumenta Anísio Ciscotto, gestor do
Cruzeiro responsável pelo departamento comercial. "Algumas dicas do
departamento estão sendo implementadas no negócio dos nossos
patrocinadores", acrescenta.
Além disso, uma suspensão precisa ser cuidadosa, para não estremecer a
relação de parceria. "Isso precisa ser feito da forma mais serena
possível. Qualquer movimento brusco ou errado, pode atrapalhar a
continuidade do patrocínio no futuro", comenta Wolff. Reforçar a relação
entre clube e patrocinador em um momento de crise também pode ser uma
importante ferramenta para fortalecer a identificação da marca com o
torcedor. "Acredito que os clubes que possuem uma relação verdadeira de
parceria com suas patrocinadoras vão em conjunto chegar ao melhor
formato econômico nesse momento, seja postergando os acordos, dando
algum desconto e compensando posteriormente, seja criando novas
entregas", diz Gustavo Herbetta, diretor de comunicação da Lmid, empresa
especializada em marketing esportivo.
O especialista, que foi
gerente de marketing do Corinthians, lembra que, mesmo em um momento de
crise, clubes, torcedores e patrocinadores têm interesses em comum.
Basta usar a criatividade para uni-los. "Todos os elementos envolvidos
nessa equação querem a mesma coisa: o clube quer continuar se
relacionando com os torcedores, os torcedores querem continuar
consumindo algum conteúdo de seus times de coração, e as marcas querem
fazer parte dessa relação, se aproximando cada vez mais desses
torcedores. O que mudou foi a forma. Pelo distanciamento social isso tem
que acontecer de forma virtual", defende.
O momento de crise também é visto como oportunidade de fortalecimento
para alguns patrocinadores. O São Paulo renovou dois contratos, até o
fim do ano, com o Banco Inter e a MRV, que fazem parte
do mesmo grupo empresarial. E a partir de agora, ambos passarão a exibir
suas marcas nos uniformes das equipes feminina de futebol e masculina
de basquete. "Humanizar a marca em momentos como esse gera um vínculo
sentimental mais duradouro. Mostramos que temos uma preocupação com o
clube. Eu não estou preocupado com o dinheiro, não sei quando volta o
campeonato, o contrato venceu em abril, poderíamos apenas não renovar,
mas queremos estar juntos", comenta Rodrigo Resende, diretor de
marketing e novos negócios da MRV.
Além
disso, durante a quarentena, a MRV assumiu a ativação de sua marca e
dos clubes ao organizar um campeonato de videogame envolvendo os quatro
times que patrocina - os outros são Atlético-MG, Flamengo e Fortaleza -,
seus torcedores e jogadores. Depois, produziu máscaras com os escudos
das equipes e as distribuiu. "Ao mesmo tempo em que fazemos uma ativação
da nossa marca, essas ações passaram duas mensagens: 'Fique em casa,
jogue videogame' e 'Se você tiver de sair, use máscara'", diz Rodrigo
Resende, diretor de marketing e novos negócios da MRV.
Atividades lideradas pelos patrocinadores também envolveram o BMG, que promoveu Live conjunta com ídolos de Atlético-MG, Corinthians e Vasco. Já o BS2 lançou uma playlist no Spotify dedicada ao Flamengo.
E por que a Unilever não está fazendo (muita) propaganda disso
Época Negócios Atualizado em
Cena de Hair Love, filme que ganhou Oscar de animação em curta metragem (Foto: Reprodução)
O filme Hair Lovefoi o vencedor do Oscar na categoria curta metragem de animação, aclamado por celebrar a diversidade
e combater preconceitos. Um ponto chamou a atenção na premiação: o
filme, criado e produzido pelo ex-atleta Matthew Cherry, foi financiado
com recursos recebidos no Kickstarter. O projeto arrecadou quase US$ 300
mil e, mais tarde, recebeu o apoio da Sony Pictures Animation.
Entre os 4.981 doadores, está a marca Dove, da Unilever.
Em troca do apoio, no entanto, a empresa não pediu nenhum product
placement — a inclusão de um produto em cena, mesmo que discretamente. A
marca só aparece nos créditos finais. “É simples”, disse Esi Eggleston
Bracey, vice-presidente de beleza e cuidados pessoais da Unilever na
América do Norte, à Fast Company.
“Queríamos ajudar Matthew a fazer seu filme para que várias gerações
desfrutassem dele, mas o conteúdo era todo dele. Como outros apoiadores
do Kickstarter, recebemos um agradecimento no final do filme”.
Apesar
de a marca não aparecer com destaque na tela, a Dove consegue se
aproveitar de ter apoiado o filme em outras iniciativas. Por exemplo,
quando o adolescente texano DeAndre Arnold foi suspenso da escola por
ter dreads no cabelo, os produtores do filme o convidaram para
assistir à premiação do Oscar com eles. “Foi um trabalho em equipe”,
afirmou Eggleston Bracey. “Os coprodutores Gabrielle Union e Dwyane Wade
custearam a viagem e hospedagem dele e de sua família, e a Dove deu a
DeAndre e sua mãe, Sandy, as roupas e a produção de cabelo e maquiagem
para a premiação”.
A
Dove também tem trabalhado com Cherry para ajudar a divulgar o curta e
vem organizando debates com o diretor e a especialista em auto-estima da
marca, Dre Brown. “Estamos assistindo ao sucesso de Hair Love
com orgulho e aplaudimos a história profunda e criativa sobre uma
questão que é importante para famílias negras e seus filhos”, diz
Eggleston Bracey.
A JBS acaba de divulgar o Relatório Anual e de Sustentabilidade de 2019,
que tem como objetivo reportar como a Companhia conduz suas atividades
em acordo com sua missão de garantir os melhores produtos e serviços aos
clientes e consumidores, solidez aos fornecedores, rentabilidade aos
acionistas e a oportunidade de um futuro melhor a todos os seus
colaboradores.
No Relatório, reafirmamos o compromisso de conduzir nossas operações
com foco na alta qualidade, na segurança dos alimentos e nas melhores
práticas de sustentabilidade em toda a cadeia de valor.
Em linha com sua atuação, a JBS reforça a importância de mobilizar o diálogo com seus stakeholders
e os diversos setores da cadeia produtiva. Por essa razão, em torno de
um debate aberto e baseado na apresentação de soluções estratégicas,
neste ano a empresa elaborou o relato das atividades por negócio.
Nos capítulos 1 e 2, o leitor encontrará informações globais de boas
práticas e resultados alcançados de forma completa. No capítulo 3, o
conteúdo será mais específico de acordo com cada negócio. Será possível,
com isso, abrir espaço para uma discussão que propicia uma leitura mais
próxima de cada tópico: descrição da atividade, desempenho das
operações, práticas sustentáveis, bem-estar animal e integridade do
produto. Desta maneira, os grandes temas como qualidade, inovação,
economia, produtividade, competitividade, sustentabilidade e governança
estarão contemplados.
Os resultados contábeis seguem as normas de relatório financeiro do
International Financial Reporting Standards (IFRS) – emitidas pelo
International Accounting Standards Board (IASB) -, e são auditados pela
Grant Thornton Auditores Independentes.
Duas rodas para a liberdade. Há 117 anos, essa é a fórmula da Harley-Davidson®.
Mas essas duas rodas, no entanto, não vieram sempre com um motor. Por
seis anos, começando em 1917, ciclistas puderam experimentar a alegria
do movimento de duas rodas ao comprarem uma nova bicicleta
Harley-Davidson. Com a intenção de apresentar a marca a possíveis novos
ciclistas, essas bicicletas foram projetadas para se parecerem com as
motocicletas da empresa e ofereceram a mesma qualidade excepcional –
verdadeiramente “uma roda a qual você terá orgulho de pedalar”. Hoje,
uma bicicleta Harley-Davidson original, fácil de identificar pelas
letras “H-D” cravadas na roda dentada dianteira, é um item de
colecionador raro e valioso.
Enquanto a empresa se preparava para as comemorações do 115º
aniversário da Harley-Davidson, em Milwaukee, no fim de semana do Dia do
Trabalho, a equipe do Museu da H-D começou a considerar um projeto
especial para chamar a atenção para uma interessante história da
empresa. Constam da coleção do The Motor Company Archives meia dúzia de
exemplares de bicicletas H-D® autênticas e, baseando-se
nesses modelos, um plano foi elaborado para recriar um exemplar que,
embora não fosse uma réplica exata do 1917 Model 7-17 Special,
representaria sua personalidade original, com algumas concessões à
praticidade, segurança e custo.
Apenas dez exemplares foram produzidos e vendidos pelo museu nesta
ação de homenagem. A Heritage Bicycles of Chicago, fabricante de
bicicletas-relíquia customizadas, foi contratada para criá-los.“A Harley
nos pediu para replicar o mais próximo possível do original”, disse o
proprietário da Heritage, Mike Salvatore.
“Foi um grande desafio, porque nos tirou da nossa zona de conforto.
Simplesmente não pegaríamos um quadro de bicicleta do porão para ser
pintado de verde. Também foi muito divertido trabalhar com um cliente
como o Museu da H-D, que se envolveu em cada detalhe do projeto”.
As bicicletas H-D originais foram montadas em um prédio do outro lado
da linha férrea, em frente à fábrica da Juneau Avenue, em Milwaukee,
com componentes provenientes da Davis Sewing Machine Company, de Dayton,
Ohio. A Davis está no ramo de bicicletas desde 1892 e também fabricou
motocicletas Dayton, que evoluiria para a Huffman e, depois, para Huffy,
uma marca ainda hoje familiar.
Para criar uma associação próxima com suas motocicletas, a
Harley-Davidson deu a cada um dos novos modelos de bicicletas um
revestimento de base da mesma tinta verde-oliva que foi apresentada nas
motocicletas em 1917.
A bicicleta modelo 7-17 Special (preço original de tabela de US$ 35)
também tinha um tubo da estrutura superior torcido, o que lhe daria um
perfil semelhante ao das motocicletas. A roda dentada da manivela de aço
incorporou as letras H-D em sua aranha e ganhou acabamento em cromo
brilhante. Na época, as bicicletas Harley® eram top de linha.
A Heritage Bicycles iniciou o processo de recriação da 7-17 Special
no H-D Archives, fazendo medições precisas do quadro original, que tem
aquela peculiar curvatura no tubo superior, correntes e apoio do assento
curvados de forma incomum, além de uma geometria que Joel Van Twisk,
diretor de operações na Heritage, chama de “bastante estranha”.
“As bicicletas originais foram projetadas para pessoas de estatura
menor, de modo que o quadro é compacto e baixo”, explicou Van Twisk.
“Queríamos que adultos maiores pudessem usá-la confortavelmente. Então,
alteramos a geometria. Eu diria que é um quadro de 52 cm, em termos
modernos”.
A Heritage tinha componentes de quadro formados com tubos de aço
cromolítico premium e construiu um gabarito para montar as peças do
quadro para soldagem. Depois que os quadros foram finalizados, a
Heritage começou a procurar componentes que pudesse usar para montar uma
bicicleta que se parecesse muito com a original.
Por causa do curto ciclo de produção, recriar os para-lamas de aço,
por exemplo, seria proibitivo em termos de custos. A Heritage encontrou
para-lamas de alumínio com um perfil muito semelhante.
Em vez dos aros de madeira originais de 28 polegadas, as novas
bicicletas rodam em aros modernos 700C (700mm), com pneus de borracha
castanhos que combinam com a cor dos pneus Firestone terracota
originais. A haste e a coluna do assento são componentes modernos. Um
banco Brooks B135, hoje vendido apenas na Inglaterra, tem molas espirais
dianteiras e traseiras, semelhante ao assento Troxel original. A
Heritage também recriou o suporte traseiro.
Um detalhe que deveria ser perfeito são as letras distintivas na roda
dentada dianteira. “Não poderíamos desmontar a bicicleta original do
museu para usar essa roda dentada como um padrão”, explicou Van Twisk.
“Então, criamos uma foto no Google Docs que o fabricante usou para
cortar a laser a réplica, com controle numérico computadorizado, em aço
inoxidável polido, garantindo mais durabilidade do que o original
cromado.O original também tinha um afastamento dos dentes e um tamanho
de corrente obsoletos, de modo que foram alterados para se ajustarem às
correntes modernas”. Van Twisk também afirma que o maior desafio
enfrentado pela Heritage foi recriar a coroa do garfo triplo. “Não há
nada parecido que possamos comprar hoje. Então, tivemos que fabricar as
chapas da coroa do zero, usando aço inoxidável polido”, afirmou.
O distintivo da Harley-Davidson era um detalhe final que a Heritage
tinha que resolver. “Encontramos um no eBay para usar como um padrão e
tínhamos réplicas exatas em latão, que receberam um acabamento antigo”,
disse Van Twisk. Antes da montagem final, os quadros das bicicletas
foram desenhados à mão por Jeff Williams, na King of Paint, em St.
Francis, Wisconsin, em um padrão e cores idênticos às das originais.
As bicicletas Harley originais foram um sucesso inicial de vendas,
com a empresa relatando que 5.079 unidades haviam sido comercializadas
nas primeiras semanas em que ficaram disponíveis, em 1917. Mas, mesmo no
pico de 1920, as vendas de bicicletas representaram apenas 4% do total
de negócios da Harley-Davidson nos EUA. Durante a recessão do pós-guerra
de 1920-21, a empresa deixou de produzir bicicletas e um capítulo
interessante na história da Motor Company foi encerrado.
“Para nós, esse episódio não gira somente em torno de fabricar
bicicletas, mas é também sobre poder participar das comemorações de um
período da história da Harley-Davidson e do ciclismo”, declarou
Salvatore. “Eu realmente espero que essas bicicletas-tributo não sejam
penduradas em uma parede. Construímos bicicletas que os proprietários
podem andar e aproveitar”.
Colorir o dia das pessoas com desenhos de crianças para transmitir
notícias positivas nesse momento de quarentena. Esse é o objetivo do
projeto Colorindo o Dia, fruto de uma parceria entre a GOL Linhas Aéreas
e a Faber-Castell.
Lançada nesta terça-feira (26) por meio de uma plataforma online
(aqui), a ação Colorindo o Dia, criada pela agência Purple Cow, oferece
videoaulas de desenho às crianças, com os temas “Play na Criatividade” e
“Qualquer Forma é Qualquer Coisa”, ministrados por artistas parceiros
da Faber-Castell. O intuito é disponibilizar conteúdos divertidos e
ensinar novas ferramentas para que as crianças consigam inundar a
internet com positividade, do jeito que só elas sabem, desenhando.
Após assistir às aulas e desenharem, os pequenos artistas poderão
enviar suas próprias ilustrações até o fim do mês de julho pelo site do
projeto na seção “Envie seu desenho”. As imagens passarão por uma
curadoria para que sejam transformadas em “Boas notícias” e assim,
publicadas no mural do site.
De acordo com as marcas, o objetivo é entreter e estimular a
criatividade das crianças, bem como oferecer suporte aos pais neste
período de distanciamento social. Com as ilustrações, a GOL e a
Faber-Castell pretendem imprimir notícias positivas e deixar o dia a dia
das pessoas um pouco mais leve.
Valemobi e TradeMap se juntam ao judoca campeão olímpico Flávio Canto para ajudar 33 mil famílias brasileiras durante a pandemia
Por Vinicius Lordello
Publicado em: 22/05/2020 às 12h07
(Divulgação/Divulgação)
A iniciativa #VencendoJuntos,
idealizada pelo ex-judoca e medalhista olímpico Flávio Canto, busca
arrecadar R$ 10 milhões para doar, durante três meses, cestas básicas
para 33 mil famílias brasileiras que precisam de ajuda durante essa
pandemia. A Valemobi e o TradeMap, fintechs brasileiras especializadas
em soluções financeiras, são realizadoras da iniciativa.
Além de todo o desenvolvimento do
site, plataforma principal da campanha, as fintechs são responsáveis
pela estratégia do sistema que conecta as doações e o #VencendoJuntos. A
campanha conta com o patrocínio dos bancos Itaú, BV e BTG Pactual,
apoio da consultoria Visagio, Genial Investimentos, entre outros, além
de personalidades do esporte como o surfista Gabriel Medina, o
ex-tenista Gustavo Kuerten e o velejador Lars Grael.
“É muito gratificante estar com esses heróis nacionais nessa causa. Juntos, cada um com sua expertise,
vamos vencer esse combate contra a Covid-19”, comenta Rodrigo Freitas,
CEO da Valemobi e co-fundador do TradeMap. A ação será anunciada
oficialmente dia 23 de maio, no SporTV, apoiador institucional do
#VencendoJuntos. O lançamento terá as participações dos tenistas Roger
Federer e Novak Djokovic, da lenda do surf Kelly Slater e shows de Os
Titãs, Iza e Os Paralalamas do Sucesso.
É possível fazer contribuições a partir de R$ 20 diretamente pelo site da campanha. Também por lá, as empresas interessadas em apoiar o #VencendoJuntos podem se manifestar.
Publicado em: 22/05/2020 às 10h42 - Alterado em: 22/05/2020 às 13h01
Maisa Silva: aniversário de apresentadora reúne ações de marcas (Daniele Venturelli/Getty Images)
Nesta sexta-feira, 22, a apresentadora Maisa Silva comemora 18 anos, e
uma festa virtual irá marcar o início da maioridade em meio à pandemia
do novo coronavírus.
Às 19 horas, Maisa fará a primeira live do seu canal no Youtube com apresentação das marcas Seara e Magazine Luiza. Na oportunidade também serão arrecadadas doações para a AACD por meio da plataforma de pagamentos PicPay.
E não para por aí, Coca-Cola e Sodiê doces serão os patrocinadores da festa que relembra os momentos de sua carreira. Todo o dinheiro proveniente das marcas que participarão da live será doado para organizações de apoio à criança e ao adolescente.
O primeiro carro de Maisa também envolveu as marcas. Há alguns dias, a
apresentadora perguntou no Twitter qual fabricante era recomendada por
seus fãs. A publicação movimentou marcas como Jeep e Nissan que tentaram
convncê-la.
Artistas como Bruno Gagliasso e Marina Ruy Barbosa indicaram a
Renault, marca pela qual são patrocinados. “Influenciada” por eles,
Maisa revelou que seu primeiro carro será um Sandero.
Paralelamente, a fabricante lançou a hashtag #MeuPrimeiroRenault e a campanha promocional “A Maísa escolheu a Renault.
Escolha você também”. A partir dela, clientes terão até 8 mil reais de
desconto com o preço de nota fiscal de fábrica na compra online.
A Twitter também criou um emoji com o rosto da Maisa, que será ativado quando alguém publicar #Maisa18.
A Netflix mudou o nome no Twitter para Netflixprima da Maisa, e adicionou na biografia da empresa “Quem não der parabéns pra Maisa hoje vai tomar um spoiler meu #maisa18″.
Publicado em: 21/05/2020 às 15h13 - Alterado em: 21/05/2020 às 15h48
Marília
Mendonça: rainha da sofrência (e das lives) é uma das inspiradoras dos
combos do Burger King (Marília Mendonça/Reprodução)
Nos últimos dois meses, o mundo viu explodir o fenômeno das lives — programa da quarentena que parece ter virado uma especialidade no Brasil.
Sete entre as dez transmissões ao vivo mais vistas no YouTube são de
brasileiros (e a cantora Marília Mendonça segue no topo da tendência,
com duas lives que somam 5,5 milhões de acessos simultâneos).
A moda é um prato cheio para o marketing das empresas, que fazem o
que podem para manter seus fluxos de venda. Conhecido pela publicidade
arrojada, o Burger King passou a se inspirar nas lives para promover seus combos de sanduíche.
Neste fim de semana, por exemplo, a rede de fast-food lança os combos
“Sem Evidências”, “Cabô Sofrência” e “Bonde do Combão”, em alusão aos
estilos musicais que mais movimentam a internet.
“Diante do contexto atual, as marcas tiveram de buscar novas formas
de marcar presença”, diz Ariel Grunkraut, vice-presidente de marketing
do Burger King Brasil. “Seguindo esse conceito, não patrocinamos nenhuma
live, mas criamos combos promocionais específicos para algumas com o
intuito de interagir com o público.”
Grunkraut conta que a seleção das lives inspiradoras dos combos tem
como critérios a afinidade dos artistas com a marca e o volume de
conversas sobre o tema.
A empresa não abre dados de vendas, mas o executivo afirma que, até
agora, a estratégia tem dado resultados impressionantes. “Em duas
semanas, mais de 170.000 pessoas acessaram a página exclusiva do
delivery, que era mencionada nos posts das lives”, diz. “Uma live no
sábado à noite gerou quase um quarto dos acessos ao site.”
Geração entre 21 e 35 anos é mais propensa a ficar em casa. Jovens até 20 anos são os que menos respeitam a quarentena
Por Rodrigo Caetano
Publicado em: 21/05/2020 às 12h52 - Alterado em: 21/05/2020 às 14h32
Pesquisa ouviu mais de 1.300 pessoas, pela
internet, de todos os estados e de variadas classes sociais (10'000
hours/Getty Images)
A geração millennial, formada por pessoas entre 21 e 35 anos, é a que mais segue as determinações de isolamento social, segundo pesquisa realizada pela Ioasys, empresa especializada em transformação digital. Já os jovensentre 13 e 20 anos, que formam a geração Z, são os menos propensos a ficar em casa.
O estudo ouviu mais de 1.300 pessoas,
pela internet, de todos os estados e de variadas classes sociais. Entre
os millennials, 52,4% disseram seguir rigorosamente as orientações das
autoridades que recomendam o distanciamento social, como a Organização
Mundial da Saúde (OMS). O percentual é semelhante entre os mais velhos.
Na geração X, entre 36 e 55 anos, 51,1% cumprem o isolamento; e entre os boomers, de 56 a 81 anos, 49% respeitam as determinações.
Entre os jovens da geração Z, apenas
38,5% seguem rigorosamente as orientações. Em geral, 50,7% dos
entrevistados afirmam seguir à risca o isolamento. Outros 41,7 respeitam
as orientações na maior parte do tempo e 6,2%, às vezes. Os que não
respeitam a quarentena somam 1,4%.
Os jovens também se diferenciam no quesito hábitos digitais.
A geração Z é a que mais tem participado de webinars e assistido a
videoaulas. Mas, apenas 2 em cada 10 entrevistados desta geração
costumam ouvir podcasts. Já os millennials são os que mais consomem
lives e os que menos participam de webinars e videoaulas. Os boomers são
os que menos assistem a vídeos engraçados e memes na internet. A
geração mais velha prefere usar a internet para assistir filmes e
séries, ouvir música e fazer videochamadas com amigos e família.
A pesquisa também mediu o nível de
otimismo dos participantes. Metade se enquadra na classificação média.
Os otimistas somam 18,5% e os muito otimistas, 5,4%. Os pessimistas
representam mais de 25% da amostra. Para 70,3%, a vida só voltará ao
normal em alguns meses e 12,2% acreditam que o retorno à normalidade
levará anos. Quase 9% afirmam que a vida nunca mais será a mesma.
Sobre qual será a primeira coisa a ser feita após a quarentena,
a resposta mais mencionada foi visitar a família e os amigos. Comer um
prato específico, ir a festas e casar também estiveram entre as ações
mais cobiçadas pelos entrevistados.