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sexta-feira, 29 de maio de 2020

Harley-Davidson Museum® recria um pequeno capítulo na história da Motor Company

GOL e Faber-Castell se unem na ação “Colorindo o Dia” para motivar pais e filhos a viajarem sem sair de casa

A iniciativa vai reunir desenhos de crianças de todo Brasil com mensagens positivas durante o isolamento social
 

 
Reprodução

Colorir o dia das pessoas com desenhos de crianças para transmitir notícias positivas nesse momento de quarentena. Esse é o objetivo do projeto Colorindo o Dia, fruto de uma parceria entre a GOL Linhas Aéreas e a Faber-Castell.

Lançada nesta terça-feira (26) por meio de uma plataforma online (aqui), a ação Colorindo o Dia, criada pela agência Purple Cow, oferece videoaulas de desenho às crianças, com os temas “Play na Criatividade” e “Qualquer Forma é Qualquer Coisa”, ministrados por artistas parceiros da Faber-Castell. O intuito é disponibilizar conteúdos divertidos e ensinar novas ferramentas para que as crianças consigam inundar a internet com positividade, do jeito que só elas sabem, desenhando.

Após assistir às aulas e desenharem, os pequenos artistas poderão enviar suas próprias ilustrações até o fim do mês de julho pelo site do projeto na seção “Envie seu desenho”. As imagens passarão por uma curadoria para que sejam transformadas em “Boas notícias” e assim, publicadas no mural do site.

De acordo com as marcas, o objetivo é entreter e estimular a criatividade das crianças, bem como oferecer suporte aos pais neste período de distanciamento social. Com as ilustrações, a GOL e a Faber-Castell pretendem imprimir notícias positivas e deixar o dia a dia das pessoas um pouco mais leve.


sexta-feira, 22 de maio de 2020

Contra a Covid-19, Campanha #VencendoJuntos busca arrecadar R$ 10 milhões

Valemobi e TradeMap se juntam ao judoca campeão olímpico Flávio Canto para ajudar 33 mil famílias brasileiras durante a pandemia

 

 

Maisa faz 18 anos, escolhe carro, e promove festa online com patrocínios

Pandemia do coronavírus movimentou as marcas para a produção da festa online nesta sexta. A escolha do carro de Maisa fez a Renault lançar promoção

 

Sucesso das lives guia marketing do Burger King

Show de artistas em casa inspiram promoções da rede de fast-food, que teve aumento no tráfego nas páginas de delivery

 

 

Millennials são os que mais respeitam isolamento, diz pesquisa

Geração entre 21 e 35 anos é mais propensa a ficar em casa. Jovens até 20 anos são os que menos respeitam a quarentena 

 

Marcas que exibem um lado humano são mais lembradas na pandemia de covid

Itaú, Ambev e Magazine Luiza estão entre as empresas que se posicionaram de forma consistente e e ganharam reconhecimento do público na crise do coronavírus

Estratégias de branding para marcas que falam (literalmente)

Bia do Bradesco, Lia da Leroy Merlin, Virtus da VW: em estágios diferentes, sistemas de inteligência artificial passam a ser incorporados à identidade das empresas 

Luiz Gustavo Pacete
20 de agosto de 2018 - 8h51

Há alguns dias, o Bradesco lançou uma campanha para apresentar ao público a Bia, seu sistema de inteligência artificial. Ela não nasceu ontem. Foi criada em 2014 e, desde então, vem sendo aprimorada. Ou, literalmente, ensinada. Apesar de ainda não ter voz, a Bia deve sair falando em breve. Nos Estados Unidos, a Erica, uma colega da Bia que trabalha para o Bank of America, já tem voz e foi incorporada ao perfil de marca. Mas qual é o grau de complexidade que uma voz adiciona ao branding?


A Erica, do Bank of America, desempenha as mesmas funções da Bia, do Bradesco, e já possui voz 
(Crédito: Reprodução)

Utilizar diversos sentidos na construção de marca já é algo conhecido dos estrategistas. Geralmente, a assinatura sonora, que é composta por música, voz e outros elementos, é algo inerente à estrutura de grandes marcas. No entanto, a ascensão da voice interaction – Alexa, Siri e outras – traz a materialização da personalidade de marca em uma dinâmica mais complexa.

“Deixamos de falar em voz de marca em sentido abstrato e passamos a viver uma experiência mais concreta – é a voz em sentido literal. Em termos de estratégia, compreende um planejamento mais abrangente e aprofundado, que adiciona a níveis básicos, como gramática e vocabulário, camadas mais complexas relacionadas à construção de uma personalidade viva, do timbre vocálico e do gênero ao humor e às emoções de forma geral”, diz Mateus Potumati, líder criativo da FutureBrand São Paulo.

Um dos pontos levantados por Mateus é que, como se trata de um algoritmo é uma entidade viva, que se adapta e evolui à medida que interage com o usuário. “A construção da persona pode direcionar a identidade verbal como um todo, incluindo a voz. A Siri, por exemplo, não é exatamente a voz da Apple, mas funciona como um guia para o universo mais amplo da marca. Ela é encarregada de fornecer o tom inicial de relacionamento, que impacta na forma como as pessoas percebem a marca nas jornadas seguintes. Ao mesmo tempo, sintetiza, reinterpreta o brand equity construído pela marca em décadas de atividade”, afirma Mateus.

Segundo Leonardo Senra, sócio e diretor-executivo da Ana Couto, o tom de voz de uma marca é um só. “Assim como a personalidade da marca deve ser uma só. Se partirmos do principio que marcas são como pessoas, possuem uma essência que as tornam únicas e um jeito de ser e pensar, então o desafio aqui é o da consistência. Assim como podemos nos comportar no digital de um jeito mais informal (o nosso lado B), para as marcas, a lógica deve ser a mesma, Cada assistente de AI deve ser um desdobramento da personalidade daquela marca. Partindo do mesmo arquétipo”, afirma.

“Em teoria, a sintetização de voz é um problema relativamente simples. A maior dificuldade no Brasil está relacionada a regionalização, vícios de linguagem, gírias e termos técnicos. Se compararmos um gaúcho com um baiano iremos perceber diferentes maneiras de se expressar, diferentes palavras, frases e isso tudo traz uma certa complexidade quando a máquina faz o processo de interpretação da linguagem natural”, diz Diego Figueiredo, da Nexo, empresa especializada em inteligencia artificial.

Diante dessa discussão, uma dúvida: Por que Siri, Alexa, Cortana e a maioria dos assistentes possuem vozes femininas? E até o Watson, sistema de programação cognitiva da IBM, virou Isabela em português? “A questão do gênero da voz para assistentes virtuais é importante, principalmente para as grandes marcas que buscam desenvolver tecnologia ‘falante’ para interagir com seus consumidores. 

Pesquisas mostram que a voz feminina é percebida como capaz de nos ajudar a resolver nossos próprios problemas, enquanto a masculina, muitas vezes, é vista como figura de autoridade que nos dá as respostas. Outra curiosidade: você já parou para pensar que a primeira voz que todos nós ouvimos na vida é feminina? Ainda no útero, a gente escuta e responde aos estímulos da voz da mãe, que é associada à nutrição e segurança”, explica Simone Kliass, locutora publicitária e pesquisadora de voz para novas tecnologias. 

“Voz, o próximo passo da Bia”


Luca Cavalcanti

Em entrevista, Luca Cavalcanti, diretor-executivo do Bradesco, fala sobre o presente e futuro da Bia:

Meio & Mensagem – Quando ela terá voz?
Luca Cavalcanti – Esse é um dos próximos passos da Bia. Internamente já existe uma voz para a Bia. Está no roadmap de desenvolvimento da plataforma e deve ser ativada em breve.

M&M- Qual o desafio de criar uma identidade para um sistema de AI?
Cavalcanti – Estamos justamente neste momento de criar a identidade da Bia. Hoje, já passam de 37 milhões de interações com mais de 7 milhões de usuários, aceitando variações regionais, gírias e abreviações. E esse é o nosso grande desafio: o Brasil é um país de dimensões continentais, com diferenças culturais e de sotaques. A Bia tem que representar o Bradesco para todas essas pessoas e gerar identificação e empatia.

M&M – Quais os planos do Bradesco para a Bia nos próximos anos? Como vocês pretendem evoluir as funções dela e os serviço que ela pode oferecer?
Cavalcanti
Temos um amplo roadmap para tirar o melhor proveito da inteligência artificial. A Bia interage com os usuários por meio do app Bradesco Celular. Originalmente, ela conseguia responder perguntas sobre 11 produtos e serviços e hoje já é capaz de responder sobre mais de 70. Nosso plano é ter um crescimento horizontal, levando a Bia para outras plataformas além do app, e também vertical, sempre ampliando sua base de conhecimento.


O futuro dos cinemas em risco

Covid-19 terá grande impacto sobre o negócio 


22 de maio de 2020 - 13h19
(Crédito: South Agency/ iStock)

Há seis meses, escrevi sobre o futuro do streaming. Naquele momento, não tínhamos a pandemia e cada serviço lutava para encontrar seu espaço em um mundo repleto de oportunidades de entretenimento. Com a chegada da Covid-19, o cenário mudou e o número de assinaturas de streaming explodiu. Netflix, Amazon Prime e Disney+ se beneficiaram de terem muito conteúdo no momento que todo mundo estava em casa.
Por outro lado, o negócio de cinema foi duramente impactado e pelo que vislumbro irá demorar para se recuperar.
 
Para que vocês entendam o impacto nas exibidoras de cinema, precisam entender que o faturamento delas geralmente vem 50% da bilheteria e 50% da venda de produtos da bomboniere e que seu principal custo geralmente vem do aluguel de espaço e funcionários.
Nestes últimos dois meses, esse negócio não teve faturamento. Diferentemente do comércio que pôde tentar uma saída pelo e-commerce ou de centros de beleza que venderam vouchers para compras futuras, as exibidoras tiveram que assistir a isso sem poder reagir, enquanto os custos de funcionários e estrutura continuam chegando todo mês. Os aluguéis foram renegociados em muitos casos, mas até quando?

Também parece que o varejo irá se recuperar mais rápido, assim que as medidas de isolamento forem sendo relaxadas, mas quem estará disposto a entrar em uma sala fechada no escuro com mais 200 pessoas durante duas horas? Com as medidas de segurança a serem tomadas, no melhor dos casos as salas poderão comportar 40% da sua lotação, ou seja, uma redução potencial de 60% na receita de bilheteria e, por consequência, na bomboniere.

Nesse modelo de negócio os pequenos exibidores sofrem bastante, pois dificilmente terão como renegociar seus aluguéis, e muitos terão que fechar suas portas. Para complicar ainda mais, a maior rede de cinemas do mundo AMC Theaters, passa por sérias dificuldades financeiras, com alto nível de endividamento e queda de mais de 90% no preço de suas ações nos últimos 2 anos.

Menos salas para exibir, significa menos bilheteria e menos receita para os estúdios, que até antes da pandemia, gastavam rios de dinheiro para lançar um filme e ficavam com apenas 50% da receita da bilheteria. Um filme como Malévola2 que custava US$ 200MM para o estúdio e tinha uma venda de tíquetes de US$ 500MM na verdade praticamente empatava seus custos, e depois seria rentabilizado ao longo dos anos no streaming, no aluguel on-demand e na venda para as TVs.

Com essa incerteza de como será a volta dos cinemas, qual estúdio irá se arriscar a lançar um filme que custa US$ 200MM com a possibilidade de reduzir em 60% as suas receitas de bilheteria? Não à toa, filmes como Mulher Maravilha 1984, Viúva Negra e o novo 007 tiveram suas estreias adiadas.
Os estúdios sempre reclamaram de terem que cumprir a “janela” de 75 dias após a estreia dos filmes no cinema para colocar o filme disponível para venda on demand. Gostariam de aproveitar o “buzz” em cima da estreia do filme para disponibilizá-lo rapidamente para aquele espectador que não vai aos cinemas.

Para tentar diminuir o prejuízo, e aproveitando as crianças em casa, a Universal lançou o filme Trolls 2 nos EUA diretamente no vídeo on demand, sem passar pelas salas de cinema. Esse modelo, em que o estúdio costuma ficar com 80% do faturamento, funcionou para o estúdio, mas foi duramente criticado pelos exibidores, que já ameaçam boicotar os novos filmes da Universal.

A Disney não ficou atrás e seu novo CEO, Bob Chapek, já admitiu que a empresa irá repensar a estratégia de lançamentos e poderá colocar alguns filmes diretamente no seu serviço Disney+, como fará com Artemis Fowl.

Os demais estúdios ainda não se manifestaram, mas a verdade é que o verão americano, que costuma ser o período de maior bilheteria do ano, já está chegando e provavelmente ainda veremos estratégias de lançamentos sendo alteradas pelos estúdios e trazendo um impacto ainda maior a um dos nossos locais de lazer preferidos.


*Crédito da foto no topo: Unsplash

Marcas de bebidas promovem festival Latinos Unidos

Com apoio de Skol Beats, Anitta se apresenta neste sábado, 23, e arrecadará doações para a Central Única das Favelas (Cufa)

22 de maio de 2020 - 11h23

Anitta se apresenta neste sábado, 23, às 20 horas (Crédito: Divulgação)

Na noite do sábado, 23, a cantora Anitta estrelará a transmissão ao vivo do festival Latinos Unidos, evento online que uniu marcas de bebidas de 12 países da América Latina para promover conteúdo e doações para instituições que estão atuando no combate a crise causada pelo novo coronavírus.

A apresentação de Anitta é promovida pela marca Skol Beats e apoiará a Central Única das Favelas (Cufa). A live será disponibilizada no canal da bebida no Youtube. O festival promete promover shows de reggaeton e pop para animar o público durante o isolamento social.

Marcas como Aguila (Colômbia), Atlas (Panamá), Barena (Honduras), Cristal (Peru), Modelo (Guatemala), Pilsener (Equador), Presidente (República Dominicana) e Victoria (México) fazem parte da iniciativa. No sábado passado, o cantor porto-riquenho Ozuna abriu o festival com a sua apresentação.


*Crédito da foto no topo: iStock